Associações do trade turístico paraibano fazem manifesto em defesa do trabalho

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A Abrasel Paraíba, Seha-JP, Associação Comercial da Paraíba, Sindetranstur-PB, ABIH Paraíba e a Associação de Festas e Eventos da Paraíba, realizam hoje uma manifestação em “favor do emprego e da dignidade dos empreendedores e trabalhadores que foram atingidos duramente pela pandemia de Covid-19”.

Com o lema “Todo trabalho é essencial”, a manifestação terá início a partir das 14 horas na Praça dos Três Poderes, de onde seguirão para a orla marítima pela Avenida Epitácio Pessoa. Os manifestantes asseguram que a manifestação será realizada “com total segurança e organização, preservando o uso de máscaras e álcool em gel”.

Por Fabiano Vidal – Abrajet Paraíba
Foto: Wikipedia

Ministro destaca potencial de retomada do turismo em audiência pública

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“Nenhum país vai ter uma retomada igual a nossa, pelo potencial que nós temos”. Foi o que enfatizou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, ao participar nesta segunda-feira (29.03) de audiência pública virtual sobre o Programa Investe Turismo promovida pela Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados. O projeto, uma parceria entre o Ministério do Turismo, a Embratur e o Sebrae, busca estruturar e promover 30 roteiros estratégicos em todo o país, a partir de ações como investimentos, inovação e o incentivo a novos negócios.

Direto de Fortaleza (CE), onde oficializou um aporte de R$ 500 milhões ao Banco do Nordeste para a disponibilização de empréstimos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), Machado Neto elencou medidas adotadas no sentido de socorrer o setor e preparar a recuperação de atividades. “A sobrevivência do nosso setor é o que estamos lutando. Fizemos, na época do então ministro Marcelo Álvaro Antônio, o Selo Turismo Responsável, pelo qual fomos aplaudidos pelos órgãos de turismo internacional, como a OMT e o WTTC”, apontou.

O ministro defendeu o fortalecimento do Investe Turismo, por meio da parceria junto ao Sebrae, e destacou o grande potencial do Brasil no pós-pandemia defendendo, ainda, empenho por mais recursos para a promoção do país. “Precisamos nos unir para viabilizar no futuro a divulgação do país lá fora, para desfazer a imagem negativa que fazem do país. O mundo todo sabe do nosso potencial: 98% dos turistas estrangeiros que vêm ao Brasil voltam”, ressaltou.

Também presente à sessão, o presidente da Embratur, Carlos Brito, relatou esforços da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo e do MTur pela retomada do setor. “A Embratur e o MTur nunca estiveram tão alinhados. A Embratur tem promovido campanhas que reforçam nos brasileiros o orgulho de terem nascido onde o mundo sonha em tirar férias. As ações têm encontrado no presidente Bolsonaro e no ministro Gilson dois aliados incansáveis”, enalteceu.

Já o presidente do Sebrae, Carlos Melles, detalhou a atuação da entidade no Investe Turismo que soma investimentos de cerca de R$ 290 milhões e manifestou otimismo quanto à recuperação do setor. “Temos turismo para todos os gostos. Qual país tem uma costa de cerca de 8 mil quilômetros de extensão e praias como o Brasil? Que tem o seu turismo de aventura, o turismo ambiental, esportivo? Certamente, vamos colher frutos disso”, comentou.

O presidente da Comissão de Turismo da Câmara, deputado João Carlos Bacelar, por sua vez, comemorou a aproximação entre o MTur e o Legislativo. “É de fundamental importância essa aproximação. Enquanto presidente, quero que esta Comissão seja não apenas um local de debate, mas um pilar de sustentação do ponto de vista teórico e legislativo, sempre agindo em parceria com o Executivo, o meio acadêmico, o trade, estados e municípios”, declarou.

INICIATIVAS – A transmissão também contou com a participação do secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo. William França abordou a oferta de cursos de qualificação profissional nas 30 rotas atendidas inicialmente pelo Investe Turismo. “Com um investimento de R$ 2,9 milhões, contratamos a Universidade de Brasília que identificou, nos municípios do Investe, o que havia de necessidade de qualificação. Estamos fazendo 30 cursos específicos para cada uma das rotas”, relatou.

O secretário explicou ainda o trabalho voltado à criação de Destinos Turísticos Inteligentes no país, além de tratativas junto ao Ministério da Saúde para utilizar o aplicativo Conecte SUS na compilação de dados sobre a vacinação de viajantes contra a Covid-19. A sessão teve ainda as presenças dos deputados Marx Beltrão e Marcelo Álvaro Antônio, ex-ministros do Turismo; Newton Cardoso Júnior, Leur Lomanto, Eduardo Bismarck, Herculano Passos e Felipe Carreras, entre outros.

Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Iata pede aos países que aprovem testes de antígenos

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A Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) voltou a pedir uma política de testagem de covid-19 eficiente com intuito de dar ao setor uma retomada internacional rápida. Apoiada na pesquisa feita em conjunta pela Oxera e a Edge Health, em parceria com a própria Iata, a entidade pediu às nações que utilizem e aceitem os melhores testes rápidos de antígeno como documento de entrada do viajante.

De acordo com a Iata, os melhores testes de antígenos do mercado entregam resultados tão eficientes quanto os testes PCR no que tange ao coronavírus. “O teste de antígeno BinaxNOW, por exemplo, perde apenas um caso positivo a cada mil viajantes (com base em uma taxa de infecção de 1% entre os viajantes). São ainda tranquilamente comparáveis com o desempenho dos testes PCR em termos de falsos negativos, como aponta o estudo”, indica a Iata.

A entidade ainda defende a conveniência dos testes de antígeno, alegando que são 100 vezes mais rápidos do que os de PCR, e ainda reforça seu preço: 60% mais baratos na comparação com os testes PCR.

“A retomada da aviação internacional dará energia para a recuperação econômica necessária à crise da covid-19. Juntamente das vacinas, os testes desempenharão um papel essencial em dar aos governos a confiança de reabrir suas fronteiras aos viajantes. A prioridade máxima dos governos é a assertividade de testes. Porém, os viajantes também necessitarão que os testes sejam convenientes e que caibam em seus bolsos. O estudo feito pela Oxera e Edge Health nos mostra que os melhores testes de antígeno podem preencher todos esses requisitos. É importante que os governos os considerem para planejarem suas retomadas”, solicita o diretor geral e CEO da Iata, Alexandre de Juniac.

MAIS OPÇÕES = RETOMADA MAIS RÁPIDA
Ainda na visão da Iata, a exigência de testes está fragmentada, pois cada país tem suas regras, o que confunde os viajantes. Além disso, muitos governos não autorizam o uso de testes rápidos de antígeno e, se os testes de PCR forem a única opção, a retomada será ainda mais árdua e lenta, devido ao seu alto custo e dificuldades para serem realizados, uma vez que os testes de antígeno se mostraram tão eficientes quanto, como mostra o estudo. Não obstante, a entidade destaca que em algumas partes do mundo a testagem PCR é limitada e seu uso prioritário acaba sendo corretamente dedicado aos hospitais.

“Viajantes precisam de opções. Incluir os testes de antígeno entre os aprovados pelos governos certamente dará força para a recuperação. A União Europeia aceita oficialmente a testagem de antígeno, o que dá ao mundo uma boa base para a aprovação deste tipo de provas ao redor do mundo. Precisamos agora que os governos implementem essas recomendações. O objetivo é claramente ter uma linha mais ampla de testagem que são efetivas cientificamente, acessíveis financeiramente e disponível para praticamente todos os possíveis viajantes”, reforça de Juniac.

CUSTOS MAIS ACESSÍVEIS
A reprovação dos testes rápidos pelos governos pode representar uma barreira importante de custos e de conveniências na retomada das viagens, ressalta a Iata.

“Segundo o estudo Oxera-Edge Health, o custo do teste PCR pode mexer completamente com a economia em uma viagem. Uma família de quatro integrantes viajando do Reino Unido para as Ilhas Canárias teria de arcar com um total de 16 testes, o que totalizaria 1,85 mil euros apenas em testagem, o que dá aproximadamente 160% a mais do que o tíquete médio aéreo para o trecho”, aponta a Iata. “Uma viagem comum de negócios entre Londres e Frankfurt fica 59% mais cara com as exigências de testes PCR”.

O estudo ainda revela que, em cinco rotas internacionais estudadas, o impacto da testagem PCR é uma redução de demanda 65% dos passageiros, enquanto, substituindo o PCR pelo antígeno, essa redução seria menor do que a metade. As rotas em questão são Londres-Nova York, Londres-Frankfurt, Reino Unido-Singapura, Reino Unido-Paquistão e Manchester-Ilhas Canárias.

CONVENIÊNCIA
A atual capacidade de testes PCR no Reio Unido cobriria apenas 25% do total de passageiros de 2019. Isso pode causar gargalos à medida que o número de viajantes aumenta em uma retomada. Adicionar o teste de antígeno como uma opção legal internacionalmente ajudaria a aliviar esses gargalos, aponta a associação.

Por Rodrigo Vieira – Panrotas

Abrasel firma parceria com Rappi para aliviar setor de bares e restaurantes

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Diante do momento atual do setor de restaurantes no Brasil, a Abrasel, a ANR (Associação Nacional dos Restaurantes) e o Rappi firmaram acordo inédito no setor de alimentação fora do lar. Pelo acordo, o Rappi reduz, a partir de abril, o valor das comissões cobradas dos restaurantes. O benefício é exclusivo para associados da Abrasel ou da ANR.

A contar do dia 1º de abril de 2021, o Rappi passará a trabalhar com:
• Comissão máxima de 5% para os marketplaces (entrega feita pelo parceiro), válido até dia 31/12/2021
• Comissão máxima de 18% para o modelo full service (entrega feita pelo Rappi), válido até dia 30/06/2021

O ajuste acontecerá de forma automática. Os parceiros que têm comissões abaixo desses valores não terão alteração. Depois dessas datas, as comissões voltarão ao percentual acordado no contrato. Para os novos entrantes, o mesmo modelo de comissões será válido, durante os prazos estabelecidos acima.

Para o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, o setor de bares e restaurantes voltou a ter uma dependência quase total do serviço de delivery e takeaway no Brasil, em função dessas novas restrições. “Com isso, temos buscado ajuda em todos os níveis, com os governos Federal, estadual e municipal para a sobrevivência dos negócios. Um importante apoio vem da cadeia produtiva, especialmente com plataformas de delivery. Essa redução de tarifas mais duradoura é fundamental para viabilizar a permanência das empresas do setor no mercado”, diz.

O Rappi tomou esta decisão após ouvir as associações e restaurantes parceiros, e tem como objetivo principal contribuir para a manutenção da saúde de negócios do ecossistema de alimentação. Durante o último ano, o Rappi já tinha reduzido as taxas dos restaurantes menores e o tempo de repasse de pagamentos de 14 para 7 dias, além de ter isentado aluguel de dark kitchens. Nas últimas semanas, também foram anunciados 100 milhões de reais para ajudar com o fluxo de caixa dos restaurantes parceiros.

Fonte: Abrasel

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