Tauá João Pessoa anuncia 600 vagas de emprego

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A poucos meses da inauguração oficial da unidade de João Pessoa, o Grupo Tauá de Hóteis e Resorts anuncia a disponibilidade de 600 vagas de emprego, com prioridade para a contratação de paraibanos. O recrutamento de novos “emocionadores” — nome dado aos colaboradores do Tauá — deve acontecer gradualmente de janeiro até julho de 2026.

Os resorts Tauá são reconhecidos nacionalmente por unir estrutura de qualidade, hospitalidade, lazer e experiências familiares. O empreendimento em João Pessoa será o primeiro do Grupo no Nordeste e o maior resort do Brasil. 

Segundo o setor de Recursos Humanos da unidade de João Pessoa, os benefícios para os contratados incluem: 

  • alimentação completa
  • plano de saúde e odontológico
  • acolhimento psicológico
  • quick massage
  • Wellhub (Gympass)
  • tarifas especiais para emocionadores e familiares
  • kit maternidade
  • auxílio-creche e muitos outros

Uma primeira etapa de contratações já foi realizada em dezembro de 2025 com a oferta de 140 oportunidades, 100 delas destinadas a profissionais que passaram por treinamento nos resorts do grupo pelo Brasil. Agora, as 600 vagas contemplam áreas como governança, cozinha, recepção, segurança, segurança aquática, lavanderia, bar, lazer e esporte. 

As seleções são coordenadas com foco em se aproximar dos índices do IBGE no que diz respeito à representatividade de pessoas negras, pardas, indígenas e amarelas. A equipe também busca promover a inclusão de pessoas com deficiência no quadro de funcionários.

As inscrições para as vagas no Tauá João Pessoa podem ser realizadas na seção “Trabalhe Conosco” do site ou por meio de envio de currículo no e-mail: vagas.joaopessoa@taua.com.br. As seleções acontecem no Senac Zona Sul e na Escola de Serviço Público do Estado da Paraíba (Espep).

Sobre o Grupo Tauá – O Grupo Tauá de Hotéis e Resorts é reconhecido como um dos principais players do turismo de lazer e eventos do Brasil. Com unidades em Goiás, Minas Gerais e São Paulo, e a inauguração prevista do Tauá Resort João Pessoa, na Paraíba, em julho de 2026, o grupo passa a contar com mais de 2.800 apartamentos distribuídos em quatro estados.

Os resorts oferecem pensão completa, restaurantes à la carte e uma experiência gastronômica variada e de alta qualidade. No Tauá, as crianças são protagonistas, com recreação monitorada pelos Taualegres, menus exclusivos e a Jota City, cidade interativa onde aprendem sobre sustentabilidade e consumo consciente. Já os adultos desfrutam de estrutura completa de lazer e bem-estar, que inclui piscinas, SPA, cinema, boliche, academia, quadras esportivas e salão de jogos.

Desde 2022, o Grupo Tauá é signatário do Pacto Global da ONU e atua alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reforçando seu compromisso com a gestão responsável, o desenvolvimento social e o impacto positivo nas comunidades onde está presente.

Mais informações: www.tauaresorts.com.br

Instagram: @tauaresorts

LinkedIn: linkedin.com/company/tauaresorts

Alta temporada de verão fortalece a profissão do guia de turismo

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A chegada do verão transforma o turismo brasileiro em um grande palco de oportunidades. Praias cheias, destinos de natureza em evidência, cidades históricas mais movimentadas e uma agenda intensa de eventos fazem da alta temporada o período mais estratégico para quem vive do turismo. Dentro dessa realidade, o guia de turismo ocupa uma posição central. É ele quem interpreta o destino, organiza o fluxo de visitantes e garante que a experiência aconteça com qualidade, segurança e profissionalismo. Exatamente por isso, a alta temporada começa muito antes, no planejamento.

Os dados do Ministério do Turismo e da Embratur mostram que o verão, de dezembro a março, concentra uma parte significativa da movimentação turística nacional, impulsionada tanto pelo turismo interno quanto pela retomada do fluxo internacional. É um período em que cresce a demanda por serviços personalizados, roteiros de experiência e atendimento qualificado. Para o guia de turismo, isso significa mais oportunidades de trabalho, mas também mais responsabilidade. A improvisação não cabe em uma estação que exige agilidade, preparo técnico e visão estratégica.

O maior erro é acreditar que a alta temporada se resolve sozinha e muitos profissionais esperam a chegada do verão para começar a se organizar. Quando, na verdade, atualizar cadastros, fortalecer parcerias com agências e hotéis, revisar roteiros, ajustar valores, investir em comunicação digital e capacitação devem estar estruturados com bastante antecedência.

Nesse planejamento, um ponto que merece atenção é o comportamento do turista de verão. Ele está mais atento, mais conectado e mais exigente. Busca autenticidade, quer sentir pertencimento ao lugar e valoriza profissionais que demonstram domínio do território e sensibilidade cultural. Isso coloca o guia em um papel ainda mais relevante: além de conduzir, ele educa, orienta e constrói vínculos, que podem inclusive provocar trazer o turista de volta.

Sem dúvidas, para o guia de turismo, a alta temporada como um teste de maturidade profissional. É quando ele comprova sua capacidade de organização, comunicação e liderança. É também quando se evidencia a importância do trabalho em rede. Nenhum guia atua sozinho. A articulação com condutores locais, profissionais de apoio e empresários do setor, gestores públicos e entidades de apoio faz toda a diferença para que a experiência do visitante seja fluida e segura.

No Brasil, onde o turismo cresce em diversidade de produtos e destinos, a preparação antecipada é o que separa o guia que apenas atende a demanda daquele que constrói carreira. O verão não pode ser visto apenas como um período de maior faturamento, mas como uma vitrine profissional. É nesse momento que se fidelizam clientes, se fortalecem marcas pessoais e se abrem portas para novas oportunidades ao longo do ano.

Eu sou uma entusiasta da profissão, por isso considero que o guia de turismo precisa assumir sua condição de empreendedor do próprio trabalho. Planejar a alta temporada é planejar o futuro da sua profissão. Quem se organiza antes, trabalha melhor durante e colhe resultados mais consistentes depois. A alta temporada passa rápido. O que permanece é a reputação construída.

Sendo assim, preparar-se para o verão é mais do que estratégia de mercado. É um compromisso com a qualidade do turismo brasileiro e com a valorização de uma profissão que sustenta a experiência turística em sua essência. Quando o guia se antecipa, o destino ganha em organização, o turista ganha em experiência e o próprio profissional ganha em reconhecimento.

Ana Macêdo
CEO We Guide

“Trilheiras E Trilheiros Potiguares No Seridó E Santa Luzia De Antigamente” resgata a memória de três mulheres que marcaram a história do Brejo e do Sertão nordestino

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A obra se consolida como um documento de valorização da memória, da importância do papel feminino e de reconhecer as raízes que sustentam a identidade cultural do Nordeste

Trilheiras e Trilheiros Potiguares no Seridó e Santa Luzia de Antigamente tem autoria compartilhada por Sérgio Enilton da Silva, José André Silva e João Telésforo Nóbrega de Medeiros, pesquisadores e escritores comprometidos com a valorização das raízes nordestinas, suas histórias, oralidade, genealogia, cultura e pertencimento. A obra une, assim, três trajetórias autorais que dialogam entre si pela defesa da memória.

Com o objetivo principal de resgatar a trajetória de três mulheres sesquicentenárias que foram fundamentais para a formação social e cultural de cidades da Paraíba e do Rio Grande do Norte, o livro também se propõe a tornar a história acessível ao grande público. Segundo o autor José André Silva, o maior desafio na escrita foi traduzir o rigor histórico para uma linguagem simples e envolvente. “O desafio é colocar no papel aquilo que você quer que as pessoas entendam, fazer com que o leitor se envolva e se sinta parte da história, como um verdadeiro personagem dela”, afirmou.

Entre as personagens retratadas estão Teresa Maria da Conceição, matriarca de importantes famílias do Seridó; Rosalina Maria da Conceição, filha de senhor de engenho que rompeu padrões sociais ao fugir com um quilombola e se tornou parteira em Santa Luzia; e Aristana de Brito Guerra, primeira professora pública do ensino feminino da cidade, nomeada pelo governo, e protagonista de um episódio histórico envolvendo o cangaceiro Antônio Silvino.

Para José André Silva, a obra vai além da pesquisa histórica e assume um caráter formativo e humanitário. “Muitas pessoas conhecem os avós, mas dos bisavós para trás não sabem nada. O livro levanta essa raiz genealógica e mostra como essas famílias se cruzam e se formam novamente ao longo do tempo. Eu o defino como um opúsculo humanitário”, revelou André.

Inspirado nas narrativas de Ariano Suassuna, José André Silva conta que, ao escrever parte do livro, buscou unir história, lirismo e leveza. “Eu me inspiro em Ariano, na forma lúdica de contar a história, usando a sátira e o gracejo para que a leitura não seja apenas constatativa”, explicou.

“A minha expectativa é que as pessoas voltem a amar a leitura e se interessem pela sua própria história, pelos seus antepassados, porque isso hoje está sendo desprezado”, declara. “Compreender o passado é uma forma de honrar o esforço de quem construiu as bases da sociedade atual”, concluiu.

A obra passou por lançamentos em Acari (RN) e Santa Luzia (PB) e segue com agenda de apresentações em Campina Grande, Natal e Boa Vista (PB). Foi apresentada na Feira Internacional do Livro de João Pessoa, no estande da Academia Paraibana de Letras. Além disso, já foi apresentada em Campina Grande e tem lançamentos previstos na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal, bem como na Câmara Municipal de Boa Vista.

Atualmente, o livro está sendo vendido diretamente pelos autores, por meio de contato telefônico, e possui pontos de venda na cidade de Santa Luzia. O valor é de R$ 50, com possibilidade de envio pelos Correios para outras cidades e estados.

Sobre os autores

Sérgio Enilton da Silva é ativista cultural, turístico e ambiental, natural de Currais Novos (RN). Atua há anos na preservação da história do Seridó, especialmente a partir de Acari (RN). Possui pós-graduação em Patrimônio Histórico-Cultural e Turismo pela UFRN, formação que o qualifica como estudioso e divulgador das raízes regionais. No livro, é responsável por descrever as conexões históricas entre as famílias Brito Guerra e Araújo Pereira do município de Acari, fortalecendo o elo entre genealogia e identidade territorial.

José André Silva, autor entrevistado e um dos responsáveis centrais pela obra, ingressou no Ministério Público da Paraíba como Técnico de Promotoria em 1999. É ministro ordenado do Evangelho desde 1998 pela Igreja Presbiteriana do Brasil, onde exerce atividades pastorais regularmente. Foi presidente do Rotary Club de Lagoa Seca (PB). Seus textos no livro resgatam histórias da sua terra e de sua família, como a de sua bisavó Sinhá Rosalina, parteira sabugiense que atuou no início do século XX, filha de senhor de engenho que fugiu com um quilombola egresso de Palmares e fixou residência em Santa Luzia (PB).

João Telésforo Nóbrega de Medeiros é seridoense, profundamente ligado à cultura e à história da sua região. Doutor pela Escola Politécnica da USP, traz em sua escrita o amor pela terra e o espírito das Trilhas Potiguares. No livro, presta homenagem a Aristana de Brito Guerra, sua tia-avó paterna, professora pública das meninas santa-luzienses entre 1892 e 1918, responsável por um episódio histórico marcante ao demover Antônio Silvino de assassinar seu pai, em 1912.

Assessoria

Serviço:
Livro: Trilheiras e Trilheiros Potiguares no Seridó e Santa Luzia de Antigamente
Autores: Sérgio Enilton da Silva, José André Silva e João Telésforo Nóbrega de Medeiros
Valor: R$ 50 (Sem taxa de entrega)
Envio: Correios para todo o Brasil
Contato para compra: 83 98857-9841

NUI Handwritten Collection terá projeto arquitetônico voltado à relação entre cidade, natureza e experiência urbana

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João Pessoa receberá o NUI Handwritten Collection, primeiro hotel da marca Handwritten Collection no Brasil, integrante do portfólio premium da Accor. Em desenvolvimento na Tambaú, um dos bairros mais conhecidos e turísticos de João Pessoa, o empreendimento nasce a partir de uma proposta arquitetônica que busca estabelecer uma relação direta com o contexto urbano, cultural e ambiental da capital paraibana.

Desenvolvido pela Construtora Joffer e assinado pela arquiteta Leila Azzouz, o projeto parte da compreensão de João Pessoa como uma experiência que vai além do destino turístico. “O ponto de partida foi entender a cidade como uma vivência sensorial. A arquitetura do NUI foi pensada para traduzir o ritmo local, mais leve e conectado à natureza, em espaços que carregam identidade, memória e relação com o lugar”, explica a arquiteta. 

O projeto incorpora princípios de arquitetura biofílica, um movimento que prioriza conexões entre ambientes construídos e naturais, o que imprime  conforto, iluminação natural, texturas e materiais que remetem ao meio ambiente.  “A luz natural guiou a organização dos ambientes, as aberturas e os vazios, sempre com atenção ao conforto térmico. A natureza não aparece como cenário, mas como parte do funcionamento do edifício, por meio da ventilação cruzada, da integração visual com o exterior e do uso de materiais que dialogam com o natural”, detalha a arquiteta.

A implantação e o desenho das fachadas também foram pensados a partir da orientação solar e dos ventos predominantes. As superfícies externas atuam como filtros, permitindo sombra, circulação de ar e vistas qualificadas, sem criar barreiras visuais ou térmicas. A paisagem litorânea é incorporada de forma controlada, valorizando o entorno sem competir com ele. “Utilizamos cores neutras, materiais naturais e texturas suaves para reforçar a atmosfera leve e acolhedora”, completa Leila.

Nos espaços comuns, o projeto propõe ambientes que extrapolam a função operacional do hotel. Lobby, áreas de convivência e restaurante foram desenhados como extensões da vida cotidiana da cidade. “São espaços pensados para estimular encontros e permanência, com escala confortável e fluidez entre os ambientes. A intenção não foi criar cenários, mas lugares de uso real”, afirma Leila.

O rooftop, um dos pontos centrais do projeto, foi tratado como área de pausa e contemplação. O NUI também conta com  piscina e vista para o mar, restaurante com curadoria gastronômica, além de áreas pensadas para bem-estar, terapias e experiências sensoriais. A arquitetura busca enquadrar a paisagem e o horizonte por meio de proporções, transparências e materiais que favorecem a conexão com o céu, o mar e a cidade, mantendo uma atmosfera de uso contínuo e não apenas contemplativo. “O projeto mostra que é possível crescer mantendo identidade e relação com o contexto. O legado está em reforçar que arquitetura enraizada no lugar, atenta às pessoas e ao ambiente, gera experiências mais consistentes e duradouras”, ressalta.

Com 70 acomodações, o NUI Handwritten Collection será operado sob o sistema de franquia da Accor, com acesso à plataforma global de distribuição e ao programa de fidelidade ALL. A previsão de inauguração é entre 2028 e 2029. Para mais informações, o perfil é @nui_handwrittencollection e (83) 99303-4230

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