O Boticário celebra um ano de funcionamento no Parahyba Mall, em João Pessoa

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Loja fortalece a presença da marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* na Paraíba

O Boticário do Parahyba Mall acaba de comemorar o seu primeiro ano de abertura. A loja contempla todo o portfólio da marca e atendimento personalizado, que facilita a escolha de presentes para todas as ocasiões — desde datas comemorativas até gestos de carinho no dia a dia.

Segundo Sabrina Gonzalez, gerente de operações do Boticário em João Pessoa, a unidade tem alcançado bons resultados e fidelizado o público da região. “É uma alegria celebrar esse primeiro ano da loja no Parahyba Mall. O shopping atrai um público exigente, e nós estamos preparados para atendê-los da melhor forma. Estamos muito felizes em fazer parte da rotina de beleza dos paraibanos e seguimos comprometidos em surpreender ainda mais nos próximos anos”, destaca Sabrina.

Dia do Amor

O Boticário, a marca eleita a melhor para presentear quem se ama*, esse ano celebra o 12 de junho com mais de 20 opções de kits e combos presenteáveis pensados especialmente para o período. Os presenteáveis especiais contam ainda com a ativação Mais Presente: QR Code que dá acesso a um site exclusivo, em que o consumidor presenteado poderá escolher um benefício extra, recebendo um voucher para resgatá-lo. Essa também é uma ótima opção para demonstrar ainda mais amor, com sessões de massagem, ingressos para o cinema, itens personalizados, entre outros benefícios. As opções presenteáveis são encontradas em todas as lojas físicas e no e-commerce da marca, no link, além do aplicativo Boticário, disponível para as versões Android e iOS.

A loja fica no térreo do Parahyba Mall, na Rua Bacharel José de Oliveira Curchatuz, 850, Jardim Oceania. O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 12h às 22h. Para acompanhar as novidades da marca, basta seguir @oboticario e @boticario__joaopessoa nas redes sociais.

Sobre O Boticário

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.

*Kantar, LinkQ On-line, maio de 2022

**Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.

Por que o guia de turismo deve ser protagonista nas práticas ESG

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Nos últimos anos, a adoção de práticas ESG, sigla para Ambiental, Social e Governança, tornou-se um imperativo para empresas e profissionais de diversas áreas. No setor do turismo, essa tendência não apenas se consolidou, como se tornou indispensável para a sustentabilidade da atividade. É nesse contexto que o guia de turismo assume um papel central, sendo não apenas o mediador das experiências dos visitantes, mas também um agente ativo na promoção de práticas responsáveis e éticas.

Penso que, mais do que nunca, cabe ao guia de turismo liderar, na prática, ações que contribuam para a preservação ambiental, o respeito social e a governança ética nas atividades turísticas. Afinal, é ele quem está na linha de frente, orientando grupos, mediando as relações com as comunidades locais e conduzindo as experiências em ambientes naturais e culturais.

Do ponto de vista ambiental, o guia deve fomentar práticas como o descarte correto de resíduos, a valorização de atrativos naturais e a sensibilização dos turistas para a importância da conservação ambiental. Pesquisas da Organização Mundial do Turismo (OMT) apontam que mais de 70% dos turistas preferem serviços que demonstram compromisso ambiental, o que reforça a relevância dessas práticas.

No aspecto social, a atuação do guia também é estratégica. Ele pode e deve promover o respeito às culturas locais, favorecer o comércio justo e contribuir para o desenvolvimento das comunidades visitadas. É importante lembrar que o turismo responsável não se limita a uma experiência agradável para o visitante, mas deve gerar benefícios reais e duradouros para os moradores locais.

Quanto à governança, o guia de turismo deve atuar de forma ética e transparente, respeitando legislações, normas de conduta e princípios que garantam uma operação turística segura e justa. A adoção de condutas que assegurem a integridade e o bem-estar dos turistas, assim como a valorização da profissão de guia, são essenciais nesse processo.

Embora haja quem veja a aplicação de práticas ESG no turismo como um modismo ou uma obrigação burocrática, considero que ela representa, na verdade, um diferencial competitivo e um compromisso ético não apenas com o presente, mas com as gerações futuras. Guias que se posicionam como líderes dessas práticas tendem a ser mais valorizados e a ampliar seu mercado de atuação, além de contribuir para transformar o turismo em uma força positiva para o planeta.

Um exemplo notável é o projeto “Estrelas do Mar”, desenvolvido pelo Instituto Ilhas do Brasil. Essa iniciativa de turismo de base comunitária promove o protagonismo juvenil em comunidades costeiras, capacitando jovens como guias de turismo e agentes de conservação ambiental. O projeto foi reconhecido como um caso de sucesso no Fórum de Turismo Sustentável em Porto Alegre, destacando-se por integrar práticas ESG no turismo local.

Assim, o guia de turismo, ao conduzir visitantes por destinos diversos, tem a oportunidade de educar e sensibilizar sobre a importância da preservação ambiental, do respeito às culturas locais e da adoção de práticas éticas. Ao incorporar esses princípios em sua atuação, ele contribui para a construção de um turismo mais responsável e benéfico para todos os envolvidos.

Portanto, o guia de turismo não deve ser visto apenas como um condutor de passeios, mas como um agente essencial na implementação das práticas ESG. Sua atuação consciente pode transformar experiências turísticas em ações concretas de preservação, inclusão social e desenvolvimento ético. Logo, investir na formação de guias preparados para esse desafio é, sem dúvida, um caminho necessário para fortalecer o setor e garantir sua sustentabilidade.

Ana Macêdo

Inteligência artificial redefine o turismo global e impulsiona inovação no Brasil

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A inteligência artificial (IA) vem remodelando a indústria do turismo ao redor do mundo, promovendo avanços em personalização, gestão de destinos e prestação de serviços. Empresas e governos estão adotando a tecnologia para melhorar a experiência dos viajantes e aumentar a eficiência operacional.

A IA está transformando o setor de turismo global, com inovações que otimizam desde reservas até a gestão de destinos. Sistemas de IA processam dados de comportamento para sugerir roteiros, hotéis e atividades sob medida. Um estudo da Oracle revela que 95% dos brasileiros aprovam ofertas personalizadas baseadas em seus dados, indicando a receptividade do público a essa tendência. A consultoria IndustryArc projeta que o mercado de IA no turismo alcançará US$ 1,2 bilhão até 2026 globalmente.

Ferramentas baseadas em IA permitem analisar dados em tempo real, prever padrões de demanda e oferecer recomendações customizadas. Companhias aéreas, plataformas de reservas e redes hoteleiras têm utilizado chatbots e assistentes virtuais para automatizar o atendimento e reduzir custos. Em aeroportos, a IA reduz filas e extravios de bagagem por meio de análise preditiva. Hotéis utilizam a tecnologia para automatizar check-ins, enquanto destinos turísticos adotam reconhecimento facial para reforçar a segurança e planejar melhor o uso de seus atrativos turísticos.

No Brasil, a tecnologia avança em aplicações como personalização de viagens e segurança, mas enfrenta barreiras estruturais. Empresas do setor privado, como a rede hoteleira Accor e parques temáticos, a exemplo do Beto Carrero World, já implementaram soluções de IA, segundo fontes do setor. Contudo, a adoção é mais lenta que em países como Japão e Alemanha.

Além disso, diversas iniciativas públicas vêm sendo implementadas. Em São Luís (MA), o Sistema de Inteligência Turística Atenas permite monitoramento em tempo real do perfil dos visitantes e projeção de cenários de ocupação. Em Porto Velho (RO), o chatbot MarIA atua como guia digital, orientando turistas sobre pontos turísticos e eventos. Já o Sistema Preditivo de Modais visa antecipar picos de visitação, otimizando o uso de infraestrutura.

João Pessoa, capital paraibana, é um dos destaques recentes na adoção de IA voltada ao turismo. A Secretaria Municipal de Turismo (Setur-JP), em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secitec), lançou, em 2024, o site promocional Visite João Pessoa, que conta com o serviço “Fala Turista”, um atendimento 24 horas baseado em inteligência artificial, capaz de responder a mais de 600 perguntas frequentes sobre o destino. O objetivo é oferecer informações completas e instantâneas sobre atrações, roteiros, hotelaria, gastronomia, agenda cultural e serviços públicos.

Com a popularização da IA, cresce a busca por experiências de viagem mais sustentáveis, interativas e adaptadas ao perfil de cada visitante. Países como Japão, Emirados Árabes e Espanha já estão na vanguarda dessa transformação. No Brasil, embora os desafios ainda sejam significativos, os avanços demonstram um caminho promissor para tornar o turismo mais estratégico, eficiente e acessível.

Redação

Disputa pelo Hotel Tambaú se intensifica com proposta de desapropriação

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A histórica disputa judicial pela posse do Hotel Tambaú, um dos principais cartões postais da Paraíba, ganhou um novo capítulo nesta semana, conforme reportagem do portal Turismo em Foco, do jornalista Fábio Cardoso. O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Dinho Dowsley, apresentou um Projeto de Lei que solicita à prefeitura a desapropriação do imóvel, atualmente em litígio entre os grupos AMPAR e A. Gaspar. A proposta visa transformar o local em um complexo esportivo e cultural, com quadras, piscinas e feira de artesanato, sob a justificativa de que o hotel abandonado se tornou um ponto de criminalidade.

A iniciativa de Dinho reacendeu o debate sobre o destino do icônico hotel, que já foi declarado de utilidade pública pela prefeitura em 2021. O empresário André Amaral, do grupo AMPAR, contesta a legalidade da desapropriação, comparando o caso à disputa pelo Aeroclube da Paraíba e alertando para possíveis entraves jurídicos. Amaral argumenta que, por se tratar de um terreno da União, a desapropriação exigiria autorização presidencial, o que poderia prolongar ainda mais a reabertura do hotel.

A prefeitura de João Pessoa, por sua vez, não se manifestou oficialmente sobre a proposta do vereador, o que contraria informações divulgadas anteriormente sobre a intenção de dar prosseguimento ao decreto de desapropriação. Enquanto isso, o grupo A. Gaspar optou por não comentar o assunto.

A proposta de Dinho Dowsley divide opiniões. Seus defensores argumentam que a desapropriação é necessária para revitalizar a área e devolvê-la à população, enquanto seus opositores alertam para os riscos de prolongar ainda mais a disputa judicial e impedir a reabertura do hotel.

Redação

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