Destino Paraíba recebe grupo de agentes de viagens da operadora CVC Corp de Alagoas e Sergipe

A operadora de turismo CVC Corp, por meio de suas empresas Trend, Visual, Rextur e Esfera, que atuam com o B2B (turismo cooporativo), desembarca em João Pessoa nesta quinta-feira (26) para participar de um famtour para apresentação do Destino Paraíba. Serão dois grupos de agentes de viagens com 10 deles vindos de Aracaju (SE) e outros 10 de Maceió (AL) que permanecerão até o domingo (29) seguindo uma programação que compreende visitas técnicas à rede hoteleira, passeios pelo litoral e city tour pelo Centro Histórico de João Pessoa. O famtour tem apoio da PBTur (Empresa Paraibana de Turismo), Luck Receptivo e Rede Nord Hotels.

Os grupos seguem em direção ao litoral Norte na manhã da sexta-feira (27) para conhecer as praias e a Ilha de Areia Vermelha, em Cabedelo, a bordo de um catamarã. Como é tradicional, no final da tarde, todos seguem para a Praia do Jacaré onde irão contemplar o pôr do Sol ao som do Bolero de Ravel, executado pelo músico Jurandy do Sax. O Parque do Jacaré é um dos pontos turísticos mais visitados tanto pelos turistas como pelos próprios paraibanos.
Ainda na sexta-feira, após jantar no Nord Luxxor Tambaú, os grupos seguem apra uma visita técnica ao Oceana Atlântico Hotel, um equipamento recém inaugurado na praia do Bessa e que passou a ser uma nova opção de estadia na capital paraibana.

No sábado (28), os agentes de viagens seguem em direção às praias da Costa do Conde, no litoral Sul paraibano, com destaque para Coqueirinho, Tabatinga e a de Tambaba, que conta com uma área exclusiva para a prática do naturismo e que está inserida, inclusive, no roteiro de praticantes internacionais. Ainda no sábado, à noite, todos fazem uma visita técnica ao Hardman Praia Hotel.

A presidente da PBTur, Ruth Avelino, afirmou que esse novo famtour chega dois dias após o término da visita de agentes de viagens da Azul Viagens de Minas Gerais e São Paulo. No período em que a economia inicia a retomada com mais força, em função do avanço da vacinação, essas ações são de fundamental importância para colocar a Paraíba nas prateleiras das principais operadoras de turismo da América do Sul.

Ruth Avelino enfatizou ainda, que tanto a CVC como a Azul Viagens têm sido grandes parcerias do turismo paraibano e estão apostando em João Pessoa como um dos principais destinos para o período de alta temporada, tendo em vista a retomada das viagens. “Teremos um resultado bastante expressivo na próxima temporada e a expectativa é de que tenhamos muitos turistas nesse período”, disse.

A executiva afirmou que a Paraíba é um dos estados do Brasil que mais tem vacinado a sua população e que todo o trade turístico tem tomado todos os cuidados de biossegurança para receber os turistas com total segurança. “Estamos com mais de 75% da população adulta vacinada, pelo menos, com a primeira dose e com a vacinação avançando numa velocidade constante”, apontou.

Secom Paraíba

Maioria acredita no retorno integral de viagens e eventos já em 2022, diz pesquisa

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A Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev) divulgou os dados da 3ª pesquisa ‘Tomada de Informações do Impacto do Coronavírus’, realizada entre julho e agosto deste ano com fornecedores da área, gestores de eventos e gestores de viagens. A expectativa de 68% dos entrevistados é que a retomada das viagens de forma integral aconteça em 2022

Os principais dados indicam que o retorno do setor começou a partir de julho deste ano, no entanto, muitos dos participantes afirmam que a retomada completa deve acontecer somente em 2022. A expectativa de 56% dos fornecedores é que os eventos retornem integralmente em 2022.

Além disso, o impacto da pandemia foi significativo para 90% dos fornecedores de eventos e viagens corporativas. Desse total, 45% tiveram cancelamento completo dos eventos que seriam realizados e 30% postergaram as datas. A pesquisa também identificou que os efeitos da pandemia ocasionaram mudanças na política de viagens, além de tendências para os próximos meses, como a preferência por eventos ao ar livre.

Com relação às viagens, 51% dos fornecedores que participaram da coleta indicam que mudaram a metodologia de trabalho exigindo pré-aprovação de um “C Level” para todas as viagens. E 30% dos participantes também afirmaram mudanças, com a exigência de aprovação da área de segurança, bem-estar ou medicina do trabalho.

Do total de participantes, 30% tiveram cancelamentos das viagens dos clientes, mas, cerca de 55% já observam um aumento na demanda novamente. A pesquisa foi feita Do total de participantes, 30% tiveram cancelamentos das viagens dos clientes, mas, cerca de 55% já observam um aumento na demanda novamente. A pesquisa foi feita com 208 empresas, como aéreas, hotéis, resorts, agências de eventos e incentivos, destinos, empresas de transporte, tecnologia, áudio e vídeo.

Tendência de eventos híbridos e preferência por locais abertos
Cerca de 50 gestores de eventos, que trabalham em grandes corporações, também participaram do estudo promovido pela Alagev. Desses, 50% destacaram que precisaram cancelar todas as cerimônias por conta da pandemia e 32% cancelaram parcialmente. Do total de entrevistados, 73% acreditam que os eventos presenciais retomam apenas em 2022. A maioria também sugere que nos próximos 12 meses os eventos devem continuar no esquema híbrido.

Cerca de 93% dos gestores de viagem visam buscar oportunidades em locais abertos e ventilados, incluindo ao ar livre, o que denota que os modelos de espaços tradicionais precisarão se reformular para atender a demanda. Nesse sentido, vale dizer que 90% dos participantes da pesquisa são a favor de testagem no público dos eventos.

Diminuição de orçamento para viagens
Com relação aos gestores de viagens, 71 participaram do estudo. Os principais indicadores da pesquisa mostram que 25% das empresas pretendem retomar as viagens corporativas a partir de outubro deste ano, 23% retornaram desde julho e 21% sinalizam que o retorno será apenas em 2022.

Sobre o orçamento para a realização de viagens, 59% dos gestores alegam que a verba diminuiu comparada a 2019 e 92% acreditam que o volume de viagens corporativas em 2012 será 40% menor em relação a 2019, isso principalmente por conta do crescimento de negócios firmados de forma remota.

Por Pedro Menezes – Mercado & Eventos
Foto: Imagem de Free-Photos por Pixabay

PBTur e Azul fecham parceria exclusiva para aumentar vendas do Destino Paraíba

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O Governo do Estado, por meio da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), inicia nesta quinta-feira (19) mais uma ação em parceria com a Azul Viagens, operadora do grupo Azul Linhas Aéreas. Um grupo de 25 agentes de viagens desembarca em João Pessoa, onde permanecerá até terça-feira (24), participando de uma série de visitas técnicas à rede hoteleira e pontos turísticos da capital paraibana, para conhecer de perto a infraestrutura e o potencial turístico da cidade.

Durante a permanência dos agentes de viagens em João Pessoa, na sexta-feira (20), todos participarão de uma capacitação do Destino Paraíba, oportunidade em que serão apresentados diversos roteiros pelo interior do Estado, em especial, a cidade de Campina Grande, com foco na realização do Maior São João do Mundo, assim como o litoral da Costa do Conde, onde estão as praias que registram maior fluxo de turistas pelo imenso potencial atrativo, que junta sol e mar em sua plenitude.

De acordo com Ruth Avelino, presidente da PBTur, a vinda dos agentes de viagens da Azul Viagens terá como resultado imediato o início de uma grande campanha nacional de vendas exclusivas para o Destino Paraíba. Os profissionais que obtiveram maior volume de pacotes vendidos terão uma série de benefícios oferecidos pela operadora, como incentivo a oferecer os produtos aos clientes.

Ruth Avelino enfatizou que a presença de agentes de viagens das principais operadoras de turismo na Paraíba dá a oportunidade de um maior conhecimento deles sobre os diferenciais do destino, resultando em um maior poder de convencimento junto aos seus clientes. Ela acredita que o resultado em vendas será bastante expressivo e destaca a parceria com a Azul, que está investindo na Paraíba como um dos fortes destinos para a temporada de verão.

Além do famtour, da campanha de vendas e das capacitações presenciais e virtuais, a parceria da PBTur com a Azul se estende para investimentos em mídia institucional, durante três meses. Ruth Avelino disse que haverá anúncios e reportagens especiais sobre a Paraíba na revista de bordo que é distribuída em todos os aviões da companhia aérea; ações a bordo com comissários apresentando o destino em voos que não têm a capital paraibana como destino de desembarque; e a divulgação nas redes sociais incluindo o WhatsApp.

“Estamos com uma ação muito forte, tanto com a Azul Viagens, como com a própria companhia aérea, numa parceria do Governo do Estado, em conjunto com a ABIH (Associação dos Hoteleiros), e com o apoio da Luck Receptivo, que é o receptivo oficial da Azul Viagens na Paraíba. Estamos trabalhando também com outras operadoras, como a CVC, Foco, Abreu online, a Decolar.com, Trend, Visual”, pontuou Ruth Avelino.

Secom Paraíba

Justiça do Rio de Janeiro, por cinco a zero, declara o advogado Rui Galdino arrematante do Tambaú Hotel

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Vigésima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro reconheceu nesta quarta-feira (18) o advogado paraibano Rui Galdino como arrematante do Tambaú Hotel. Por cinco votos a zero, o TJ-RJ acatou parecer da relatora, desembargador Marília de Castro Neves Vieira, “determinando que seja lavrado auto de arrematação em nome do Agravante (Rui Galdino), bem como sua intimação para que, no prazo máximo de dez dias, proceda ao depósito do valor referente ao sinal (25% – R$ 10 milhões), sendo que o saldo devedor deverá ser quitado em 12 parcelas mensais, iguais e sucessivas, no valor cada de R$ 2,5 milhões – um total de R$ 40 milhões.

A decisão pode ser considerada polêmica, mas revela uma série de movimentos estratégicos dos empresários interessados no hotel instalado na orla de João Pessoa. Na decisão do TJ-RJ, anulasse o leilão realizado em terceira praça em fevereiro deste ano, e torna válido a segunda praça, ocorrida em 29 de outubro de 2019. É nessa praça que a desembargadora se baseou para tornar o advogado vencedor, cobrando, então, o valor do lance ofertado por ele na oportunidade.

A desembargadora citou no parecer o resultado do segundo leilão, fazendo críticas veladas ao juiz da 4ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Paulo Assed Stefan, que, segundo ela, de forma monocrática, teria atropelado todo o processo para acelerar a venda do equipamento hoteleiro.

Uma dessas decisões citadas pela desembargadora diz respeito à decisão de anular a segunda praça, pela ausência confessa de recursos para pagar a oferta feita do advogado paraibano, considerado vencedor com o lance de R$ 40 milhões. Ele alegou não teria feito o lance nesse valor e sim de R$ 15 milhões, conforme documento encaminhado por ele à Justiça do Rio de Janeiro.

“Agora recentemente, aconteceu mais um leilão, onde na 1ª praça NINGUÉM ofertou lance e na 2ª praça, do dia 29 de outubro de 2020, dois lances foram dados. Um deles foi o lance que ofertei. Na verdade, ofertei um lance de 15 milhões (conforme imagem da tela do leilão eletrônico em anexo), valor possível de pagar, porém, fiquei surpreso depois de algumas horas, ao saber que meu lance havia sido registrado na tela do leilão eletrônico, como se tivesse ofertado 40 milhões. Quero deixar bem claro, que não ofertei 40 milhões e sim, 15 milhões de reais! Até falei com o leiloeiro De Paula por telefone a respeito da minha oferta e expliquei tudo a ele. Ofertei esse lance porque está dentro das condições que posso realizar o pagamento e também pelo fato de ter tido Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Gabinete da Desembargadora Marilia de Castro Neves Vieira conhecimento, que o débito total que o TAMBAÚ HOTEL tem para com seus credores, funcionários, etc, não passa dos 15 milhões de reais.” (grifei)

O juiz Paulo Assed Stefan desconsiderou esses argumentos e decidiu por realizar mais uma praça, que aconteceu em fevereiro deste ano. O juiz argumentou, na oportunidade, que seria “mais salutar e interessante para a massa falida que seja realizado novo leilão, o que trará maior competitividade, transparência e segurança”. Além de Galdino ter declarado não ter o dinheiro para cumprir o lance que teria dado, ou não, outro grupo, a sociedade Hera Bank Pagamentos S/A, poderia ter sido declarada vencedora, por ter participado da praça com oferta no valor de R$ 40 milhões.

Ocorrida a nova praça, o grupo A. Gaspar foi considerado vencedor com o lance de R$ 40,6 milhões – já foram pagos 10% do valor como entrada, mais quatro parcelas de 80 previstas no edital, além da comissão do leiloeiro De Paula, do Rio de Janeiro. Após o término do leilão, o advogado paraibano recorreu da decisão, entrando com um agravo de instrumento, tentando anular a praça, o que, de fato aconteceu nesta quarta-feira.

Galdino alegou que o leiloeiro teria travado o sistema online para novos lances às 14h e que a oferta do grupo A. Gaspar teria sido feita presencialmente após esse prazo – às 14h12. Teoricamente, o paraibano não teve como fazer um novo lance.

“Ao que parece, houve açodamento na realização de novo leilão, quando se poderia ter resolvido a questão de forma mais célere e eficiente. Pior, o pedido de reconsideração realizado pelo Agravante (Rui Galdino) ficou “esquecido” no processo originário”, entendeu a desembargadora.

“A meu sentir, o leilão realizado às fls.15.590/15.596 é nulo de pleno direito já que o juízo monocrático ceifou o direito do Agravante em proceder ao pagamento do lance inicialmente ofertado…” “Tanto na recuperação judicial quanto no caso de falência, a legislação brasileira busca alcançar a melhor eficiência econômica para os envolvidos, promovendo o lastro legal para otimizar os resultados da alienação.”

Fonte e foto: Fábio Cardoso – portal Turismo em Foco

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