Empresário e chef de cozinha Artur Lira agora é Cidadão Pessoense

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O empresário Artur Lira recebeu, nesta terça-feira (05), o Título de Cidadão Pessoense, conferido pela Câmara de Vereadores de João Pessoa, em solenidade ocorrida no Restaurante Estaleiro, localizado na praia do Seixas. O empresário é natural de Campina Grande e afirmou em sua conta no Instagram (@chefarthurlira) que “minha mãe é Campina e meu pai é João Pessoa. Grato @marmuthejp e a todos de minha querida Cidade.”

De acordo com o autor da propositura, vereador Marmuthe Cavalcanti, “esta singela homenagem representa o nosso reconhecimento e agradecimento a este grande empresário, consultor, líder, e chef de cozinha, Artur Lira Nogueira Paes, que tem dedicado sua vida à Gastronomia, à arte de bem servir, e também à coletividade e ao setor que representa com maestria, através da Abrasel-PB.”

A solenidade reuniu familiares, amigos e representantes do trade turístico paraibano. Lira é o atual presidente da Abrasel (Associação de Bares Restaurantes e Similares) e anunciou na semana passada o investimento em uma segunda unidade do Estaleiro, no bairro do Bessa. O novo equipamento irá gerar cerca de 70 empregos diretos.

O secretário executivo de Turismo de João Pessoa, Ferdinando Lucena, que representou o titular, Daniel Rodrigues, afirmou que o Título de Cidadão ao empresário “é uma justa e merecida homenagem a quem faz tanto pelo setor de alimentação fora do lar. Há anos, @chefarthurlira vem contribuindo com o desenvolvimento do turismo em nossa cidade. A história de trabalho dele é daquelas que causam admiração pelo seu exemplo empresarial”.

Estiveram na solenidade os presidentes da ABIH-PB (Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, seccional Paraíba), Rodrigo Pinto; da Abrajet-PB, Fabiano Vidal; Graco Parente, vice-presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação; entre outros.

Por Fábio Cardoso – Portal Turismo em Foco

Hotelaria de João Pessoa divulga infraestrutura e roteiros para agentes de viagens de Brasília e Goiânia

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Cerca de 100 agentes de viagens da Operadora Cativa, do Rio Grande do Sul, vão conhecer os diferenciais oferecidos pela rede hoteleira de João Pessoa, entre eles, o Hardman Praia Hotel, instalado em localização privilegiada da orla da capital paraibana. Nesta terça-feira (05), o equipamento foi apresentado aos agentes de Brasília (DF), durante a realização de uma capacitação, seguida de rodada de negócios. Na quinta-feira (07), a ação vai acontecer em Goiânia.

As duas capacitações estão sendo promovidas pela PBTur (Empresa Paraibana de Turismo) e conta com apoio da ABIH-PB (Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, seccional Paraíba).

Para Manuelina Hardman, proprietária do hotel, ações de capacitação junto com as principais operadoras de turismo do país trazem um importante diferencial para a divulgação da Paraíba e, principalmente, aos equipamentos turísticos. “Temos investido nessas ações, assim como na promoção de famtours. Recebemos grupos das Operadoras Azul e Abreu recentemente, e tivemos uma forte sinergia. Todos ficaram encantados com a cidade e com a estrutura e serviços do nosso hotel”.

Exclusividade

A Cativa Operadora foi fundada em 2001 no Rio Grande do Sul. A empresa atende exclusivamente agências de viagens tendo como um dos diferenciais os bloqueios aéreos e a organização de grupos nacionais e internacionais com guia acompanhante desde o Brasil.

Assessoria de imprensa

Movimentação econômica das festas juninas cresce e ultrapassa os R$ 3,4 bi

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Festividades geram movimentação econômica, além de emprego e renda para os brasileiros

Estimada inicialmente em R$ 2 bilhões pelo Ministério do Turismo, a movimentação econômica das festas juninas pelo país cresceu 70% em novo levantamento realizado pela Pasta. Agora, a expectativa é que as festividades gerem mais de R$ 3,4 bilhões em retorno financeiro. Somente no estado da Bahia, por exemplo, são esperados mais de R$ 1,3 bilhões injetados na economia. Em Caruaru (PE) e Campina Grande (PB) algumas das festas mais tradicionais do país, a estimativa é de R$ 300 milhões e R$ 400 milhões, respectivamente.

Outra cidade pernambucana que está movimentando milhões é Petrolina. A expectativa é de R$ 273 milhões sejam injetados no município. Além disso, devem ser criados 10 mil empregos diretos e indiretos. Em Parintins (AM), a tradicional festa dos bois Garantido e Caprichoso espera circular R$ 100 milhões na economia local. E em São Paulo, são esperados R$ 641 milhões e a geração de 15.950 empregos.

Além da movimentação econômica, as festividades também lotam os meios de hospedagens em todo o Brasil. Nos principais destinos pernambucanos, a média de ocupação hoteleira ultrapassou os 90%, como é o caso de Caruaru (91,04%), Petrolina (90%), Taquaritinga do Norte (100%), Bezerros (95%) e Bonito (95%). Em Campina Grande (PB), os índices ultrapassam os 85% e em Salvador (BA), o número é acima dos 50%. Em São Luís (MA), a taxa de ocupação alcançou 62,67% em junho, melhor resultado de 2022.

Apesar do mês de junho ter acabado, as festas juninas continuam pelo país. Petrolina, em Pernambuco, celebra o São João de Petrolina, que começou em 20 e maio e segue até 30 de julho. Em Luziânia, no Goiás, o Arraiá do Tio João 2022 acontece entre os dias 8 e 10 de julho. A festa é um tradicional evento do movimento junino e tem como objetivo difundir a cultura popular por intermédio da gastronomia, grupos folclóricos, forró pé de serra, artesanato, decoração e literatura de cordel.

HISTÓRIA – Trazidas ao Brasil pelos europeus no período colonial, as festas em homenagem aos santos Antônio, Pedro e João, realizadas no mês de junho, tornaram-se ícones da cultura nordestina, integrando a produção de comidas típicas, tradições religiosas e as danças embaladas pelo ritmo do forró. A riqueza cultural do evento é um dos fatores que levam os turistas a se renderem à festa que impulsionam a economia da região.

Por Victor Maciel – Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Foto: Pixabay

Serviços turísticos e eventos adiados em razão da pandemia da Covid-19 podem ser remarcados até o fim de 2023

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Consumidores que já tiverem adquirido crédito terão até 31 de dezembro do mesmo ano para utilizarem

Consumidores terão até o dia 31 de dezembro de 2023 para realizarem a remarcação ou utilização dos créditos já adquiridos em relação a serviços turísticos cancelados em razão da pandemia da Covid-19. Poderão ser feitos até 31 de dezembro de 2022 os reembolsos, por parte de prestadores de serviços turísticos, de cancelamentos ocorridos entre 2020 e 2021. Já para os cancelamentos realizados em 2022, o prazo é até 31 de dezembro de 2023.

A medida, sancionada nesta terça-feira (05.07) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, objetiva garantir o direito dos consumidores e a sobrevivência dos setores de turismo e cultura, afetados pela pandemia de Covid-19.

Nos casos dos serviços turísticos, as remarcações e as emissões de créditos deverão ser realizadas sem custo adicional para os consumidores, desde que realizadas no prazo de 120 dias, contado da comunicação do adiamento ou do cancelamento dos serviços, ou 30 dias antes da realização do evento, o que ocorrer antes.

Os consumidores que já emitiram seu crédito (voucher) até 21 de fevereiro de 2022 não precisam acionar novamente o prestador de serviços para prorrogar a data limite para a sua utilização. O crédito passa automaticamente para o período de vigência até 31 de dezembro de 2023.

A medida também engloba artistas, palestrantes e outros profissionais que foram contratados, entre 1º de janeiro de 2020 e 31 de dezembro de 2022, para eventos cancelados ou adiados em razão da pandemia. A nova legislação prevê que eles estão dispensados de reembolsar os valores recebidos, desde que o evento seja remarcado até o fim de 2023.

Caso não seja possível a remarcação, os profissionais e os fornecedores contratados para eventos serão obrigados a restituírem os valores, com atualização monetária, até 31 de dezembro de 2022, em caso de cancelamentos realizados até o fim de 2021; e até 31 de dezembro de 2023, para os cancelamentos feitos em 2022. O documento ainda exclui as multas por cancelamento de contrato emitidas até 31 de dezembro de 2022, desde que o cancelamento tenha sido feito devido às medidas de isolamento social adotadas pela pandemia.

Por Victor Maciel – Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Foto: Pixabay

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