Parque Arruda Câmara em João Pessoa é refúgio de animais exóticos originários de outros países

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Mimi, Leona, Raj, Bahuan, Alagoana, Jeni, Flecha e Anastácia. Esses são os nomes de alguns dos animais exóticos que vivem no Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), administrado pela Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa. Os moradores são espécies nativas de outros países e foram encaminhados para o local por órgãos competentes, a exemplo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Alguns foram vítimas do tráfico de animais e outros têm deficiências que os impossibilitam de voltar à natureza. Na Bica, eles são tratados com respeito, atenção e recebem os cuidados adequados de profissionais qualificados.  

As leonas Mimi e Leona são espécies nativas do continente africano. A primeira é moradora recente da Bica – chegou ao local no ano passado, vinda do estado de Teresina. Já Leona nasceu no Parque em 2006. De nome científico Panthera leo, elas se alimentam diariamente de mais de cinco quilos de carne.  

“Além de um recinto grande, que segue as normativas do Ibama, usamos enriquecimento ambiental para que Mimi e Leona ocupem seu tempo. São atividades que usam a própria comida, ervas ou cheiros de outros animais, tudo para estimular a mente dos animais”, explica a bióloga Helze Lins, que trabalha há 36 anos na Bica.  

As serpentes Piton – Raj, Bahuan, Alagoana e Jeni – são espécies originárias do Sudeste e Sudoeste da Ásia, habitando florestas tropicais úmidas e pântanos. Alagoana chegou ao Parque há uma semana, vinda de apreensão realizada pelo Ibama.  

De nome científico Python molurus, o grupo não exige tanto espaço para viver, pois passa dias digerindo o alimento. A alimentação delas é feita de presas abatidas, como frango, coelhos e ratos maiores, a cada 25 dias.  

Panterophis guttatus, mais conhecida como Corn snake ou cobra do milho, é uma espécie originária do Sudeste dos Estados Unidos. “São animais geralmente dóceis, que não apresentam a dentição inoculação de veneno. Elas se alimentam de ratos e camundongos”, explica a bióloga.  

Já a Kingsnake é originária do Sudoeste dos Estados Unidos e Noroeste do México. De nome científico Lampropeltis getula, a espécie habita florestas, pântanos, pastagens e desertos e também se alimenta de camundongos e ratos. Nem a Corn e nem a King receberam apelidos. “Não são os tratadores que dão nome aos animais. Às vezes, os animais já chegam à Bica com um nome, outros fazemos concurso para a população escolher o apelido e, em outros casos, os técnicos escolhem”, conta Helze Lins.  

As tartarugas da orelha vermelha são as representantes aquáticas da América do Norte. Elas passam a maior parte do tempo na água, saindo apenas ao sol para realizar a termorregulação. De nome científico Trachemys elegans, elas se alimentam de vegetais e proteínas animais.  

Por fim, mas não menos importante, temos o casal Flecha e Anastácia, que são Macacos da Savana e encerram a lista de animais exóticos que vivem na Bica. Os primatas são originários da África, encontrados na Etiópia, no Sudão e na Guiné. Eles são onívoros, que comem vegetais, proteína animal e ração de primatas. “Todos os animais recebem enriquecimento ambiental semanal e os recintos são ambientados de acordo com o hábito de cada espécie, visando o bem-estar dos indivíduos”, destaca a bióloga.  

Serviço – O Parque Zoobotânico Arruda Câmara está localizado na Avenida Gouveia Nóbrega, s/n, bairro do Roger. O espaço abre de terça a domingo, das 8h às 17h, com entrada até as 16h. A taxa ambiental para ter acesso ao local custa R$ 3. Crianças com sete anos, pessoas com deficiência e idosos com mais de 65 anos não pagam a entrada.

PMJP

Financiamento internacional de projetos turísticos é foco do último dia de reunião técnica do G20

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Evento terminou com a participação de bancos internacionais e entidades do setor, além de convite para a próxima reunião do GT, no Rio de Janeiro

Os dois dias intensos de reuniões do Grupo de Trabalho do Turismo no G20, lideradas pelo Ministério do Turismo, em Brasília, chegaram ao fim. O último encontro contou com a participação de representantes da ONU Turismo, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS), Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), Banco Internacional de Desenvolvimento (BID), além dos delegados de mais de 30 países participantes, que discutiram o financiamento do turismo como motor do desenvolvimento socioeconômico.

O presidente do GT Turismo do G20 e chefe da Assessoria de Relações Internacionais do MTur, Heitor Kadri, comemorou os resultados do encontro.

“Tivemos a oportunidade de conversar com as principais instituições internacionais de financiamento, dentre as quais CAF e BID, mas também tivemos a oportunidade de ouvir uma instituição renomada nacional, que é o BNDES, falar sobre o que o Brasil tem feito em termos de financiamento de projetos turísticos nacionalmente”, comentou.

Outro ponto de destaque foi o debate sobre o turismo como potencial de transformação social

“Nossa ideia é produzir um relatório que possa apresentar todos os benefícios que esse financiamento pode trazer para o turismo, e com isso fomentar o acesso a mais crédito, fazer mais projetos e transformar mais vidas que, afinal, é o que a gente precisa fazer aqui”, finalizou o presidente do GT.

A secretária executiva do Ministério do Turismo, Ana Carla Lopes, que representou o ministro Celso Sabino na ocasião, destacou a liderança brasileira como foco de união entre os países para a promoção do turismo como gerador de renda.

“A gente precisa ver de que forma podemos deixar o turismo mais atrativo para o financiamento. Esse é um gargalo, é uma questão de consciência, tanto do empreendedor quanto para quem vai conceder o crédito, para quem vai buscar o crédito. Como envolver a comunidade local no turismo e garantir que ela participe não apenas como força de trabalho, mas também seja protagonista e empreenda”, pontuou.

Após os últimos debates do dia, as delegações participantes e os representantes das entidades financeiras e do turismo, foram convidados para um city tour pela capital federal e seus principais pontos turísticos.

O EVENTO – A segunda reunião do Grupo de Trabalho (GT) de Turismo do G20, a primeira no formato presencial, aconteceu nos dias 02 e 03 de maio, em Brasília. O encontro, liderado pelo Ministério do Turismo, reuniu representantes de 30 delegações. Na pauta, temas urgentes como a sustentabilidade no turismo e a adoção de um modelo de financiamento para projetos turísticos entre os países do bloco. O encontro promoveu uma avaliação de tudo que já foi discutido dentro do GT do Turismo no G20 em anos anteriores para, assim, apoiar e dar seguimento as ações estratégicas da cúpula.

PRÓXIMAS AGENDAS – O próximo encontro do grupo está agendado entre os dias 30 de junho e 1° de julho, no Rio de Janeiro (RJ), e entre os dias 19 e 21 de setembro, em Belém (PA). A reunião na capital paraense contará com a participação de ministros do Turismo de outros países membros. Ao longo da presidência do G20 pelo Brasil, haverá mais de 100 reuniões de grupos de trabalho e forças-tarefas até novembro deste ano, quando ocorrerá a cúpula presidencial, na capital fluminense.

“Estamos muito animados para a próxima reunião presidencial no Rio de Janeiro e as delegações participantes também. Inclusive, alguns poucos que serão substituídos, seja lá por qual motivo, estão tristes de não poderem ter a oportunidade de conhecer a cidade maravilhosa. E também pela pauta, porque até lá a gente já trabalha a primeira entrega. Todas elas já estão em andamento, mas no Rio de Janeiro já vamos ter pelo menos dois produtos para discutir e tenho certeza de que o Brasil vai conseguir trazer deliberações consensuadas e proveitosas para o setor e para o mundo”, comemorou Heitor Kadri.

MTur

Stopover: a opção que permite fazer duas viagens pelo preço de uma

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Sabia que dá para conhecer destinos, em estados diferentes, pagando apenas uma passagem aérea?

Incentivado pelo programa Conheça o Brasil: Voando, do Ministério do Turismo (MTur), o benefício do “stopover” agora também cruza as cidades de Fortaleza, Curitiba, Recife, Manaus e Belém, além de São Paulo e Brasília. A opção, geralmente ofertada em voos longos, permite ao viajante fazer uma parada estendida em outra cidade, antes do destino final e sem custo adicional. As companhias aéreas já estão oferecendo o serviço em voos nacionais. Uma ótima oportunidade de conhecer mais uma cidade pagando o preço de apenas uma passagem aérea.

Mais comum em voos internacionais de longa distância, o “stopover” dentro do Brasil é uma estratégia recente que tem sido trabalhada pelo MTur, em parceria com companhias aéreas e com o objetivo de incentivar os viajantes a conhecerem novos destinos dentro do país. “A ideia é que as pessoas que fariam uma viagem longa de avião, com uma escala ou conexão, aproveitem a parada estendida para conhecer um outro destino onde vão se hospedar em um hotel, contratar um guia de turismo, comer em um restaurante local e, assim, movimentar a economia da cadeia do turismo”, ressalta o ministro do Turismo, Celso Sabino.

COMO FUNCIONA – A companhia Gol mostra a opção de “stopover” na página inicial de compra de passagem. Depois de informar o trecho de ida e de volta e as datas da viagem, o passageiro pode verificar se aquele trajeto dá direito ao benefício. Em caso positivo, a permanência no segundo destino pode ser de um a três dias. As informações devem ser registradas no momento da compra da passagem, no próprio site.

Já na companhia Latam, a opção de parada sem custo adicional também está na página inicial de compra de passagem, mas o serviço deve ser solicitado, via whatsapp, antes da compra ser efetuada. Caso a solicitação seja feita depois da compra da passagem, poderá ser cobrada multa ou diferença de valor, mesmo que a tarifa original permita o serviço sem custo adicional. Assim como na Gol, a duração da parada pode variar de um a três dias. Após esse período, o passageiro deve seguir até o destino final da viagem.

Atenção: Não é possível escolher a cidade para fazer o “stopover”. Os locais são determinados pelo trajeto oficial de cada voo. Atualmente, a opção no Brasil está prevista na ida ou na volta de viagens que tenham paradas nas cidades de São Paulo, Brasília, Fortaleza, Recife, Manaus, Curitiba e Belém, mas a ideia é que esse serviço seja estendido a outras cidades. “Estamos dialogando com as companhias aéreas para que mais destinos estejam incluídos a essa opção de parada sem custo”, complementa Celso Sabino.

APROVEITAR O TEMPO – O “stopover” é uma oportunidade de incluir mais um destino em sua viagem de férias, esticar o fim de semana ou emendar o feriado em uma viagem de trabalho, pagando apenas uma passagem. É a chance de conhecer uma nova cidade, pontos turísticos e atrações diversas, experimentar a culinária, fazer compras, conhecer a cultura e a história ou apenas relaxar e aproveitar.

MALAS – O destino da bagagem despachada depende da companhia aérea. Muitas despacham as malas diretamente para o destino final. No entanto, algumas podem permitir essa retirada no ponto de “stopover” e, após o período de parada, despachá-la de novo ao reembarcar. Por isso, é importante se atentar às regras de cada empresa.

Também é necessário lembrar que, ao finalizar o período previsto do “stopover”, é necessário retornar ao aeroporto para finalizar a viagem e chegar ao destino final. Deve-se verificar se o local é o mesmo do desembarque ou houve alteração. Além disso, é possível que exista alguma diferença no procedimento de embarque. Por isso, vale checar todas as regras e tirar todas as dúvidas com a companhia aérea, antes do embarque inicial.

CONHEÇA O BRASIL: VOANDO – Com o objetivo de incentivar e facilitar as viagens dos brasileiros pelo país, o Ministério do Turismo, em parceira com o Ministério de Portos e Aeroportos, a Associação Brasileiras das Empresas Aéreas (Abear) e as companhias Azul, Gol, Latam e Voepass lançou o programa “Conheça o Brasil: Voando”. A iniciativa busca possibilitar que os brasileiros possam conhecer e se conectar com as maravilhas do nosso país e apoiar o setor de turismo brasileiro. O Ministério do Turismo está empenhado em fortalecer o setor de turismo e criar oportunidades para todos desfrutarem do que o Brasil tem a oferecer: a nossa essência, a nossa diversidade, o nosso país.

Público aplaude de pé apresentações da 3ª Mostra de Dança de João Pessoa

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A Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) iniciou, na noite deste domingo (28), uma programação especial alusiva ao Dia Internacional da Dança, lembrado em 29 de abril. A 3ª Mostra de Dança, que aconteceu no Teatro Paulo Pontes, do Espaço Cultural José Lins do Rego, contou com a apresentação de 16 escolas de dança da cidade e a participação especial da Companhia Municipal de Dança de João Pessoa. As atividades seguem no próximo sábado (4).

“Uma noite importante para toda a Funjope porque representa o estímulo e a valorização da nossa política de dança em João Pessoa. Quando nós criamos, em 2021, em plena pandemia, a Companhia Municipal de Dança, tínhamos certeza de que a cidade de João Pessoa tinha uma potência muito grande para a dança pela força das suas escolas de dança, de seus estúdios privados e pela dinâmica que a dança tinha na cidade. Então, com a Companhia Municipal de Dança, com esse fortalecimento, nós estamos ampliando, dando visibilidade à dança da cidade”, avaliou o diretor executivo da Funjope, Marcus Alves.

Ele ressalta que a força que os bailarinos e bailarinas mostram no palco é muito grande. “E esta noite foi realmente belíssima, que contou com um público muito bom. Demos organização nos estúdios, academias que quiseram participar, mostrando o seu lado educativo, artístico. E a nossa Companhia Municipal de Dança, mais uma vez, se faz presente com muita capacidade criativa, inventiva, estética dos nossos bailarinos. Estão todos de parabéns. Estamos comemorando esse período de valorização da dança de maneira muito forte”, reforçou.

A bailarina Stella Paula Carvalho, que está à frente da Companhia de Dança Municipal de João Pessoa, também comemorou. “Foi uma noite linda. Dezesseis escolas de dança, junto com a Companhia Municipal de Dança, comemoraram o Dia Internacional da Dança em grande estilo. Uma aula incrível com o bailarino Luzemberg Santana, com mais de 30 bailarinos em palco para um maior conhecimento do ballet clássico. E depois, as escolas apresentaram seus trabalhos e os diretores super felizes com esse evento e em poder ter essa troca de arte e da dança”.

“Realizamos, na noite de ontem, dia 28 de abril, nossa 3ª Mostra de Dança de João Pessoa. Esse espetáculo foi especial por comemorarmos o mês da dança e o aniversário da Companhia Municipal de Dança. Todas as escolas e estúdios de dança que participaram brilharam. Isso mostra que estamos no caminho certo do desenvolvimento artístico da nossa amada João Pessoa”, resumiu o chefe da Divisão de Dança da Funjope, Geovan Conceição.

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Público – O público aceitou o convite para conferir a 3ª Mostra de Dança de João Pessoa e aplaudiu de pé as apresentações. “Foi maravilhoso. Quando soube que iria acontecer, já decidi que viria. Eu sou de Olinda (PE) e estou aqui há pouco tempo. Estou muito feliz porque João Pessoa tem me encantado demais, principalmente por conta dos eventos de arte. Estou achando tudo maravilhoso”, afirmou a veterinária Letícia Alves.

“Achei tudo muito bonito e diferente da programação que vemos sempre. Foi a primeira vez que participei de um evento como este e, para mim, foi tudo perfeito. Fiquei fascinado”, afirmou o estudante Bruno Azevedo, do Rio Grande do Norte.

O estudante Fabrício Lucas também aprovou. “Achei incrível. Foi uma experiência nova para mim. Gostei muito das apresentações. É uma cultura bem diferente, porque sou de Manaus (AM). Gostei muito de todas as escolas que se apresentaram. Bem diferenciadas e diversificadas. Estou muito feliz”.

A professora Berenice Alves Diniz concordou. “Achei excelente. Foi uma noite maravilhosa”, resumiu. Já a professora de dança e treinadora de ginástica rítmica Iasmini Wilker ressaltou a importância do evento para a cultura. “Eu acho que é muito importante um evento como esse, com entrada franca porque nem sempre a população tem acesso. Acredito que as crianças têm que ter esse contato com a arte. No mundo em que vivemos, com tanta criança viciada em telas, videogames, esse contato com a cultura é riquíssimo. Eu e minha família sempre procuramos estar presentes”, declarou.

O professor Rogério Figueiredo destacou que a mostra foi muito interessante. “É bacana de ver porque foge daqueles festivais tradicionais de um estilo só. Essa mistura enriquece muito mais o espetáculo para o público assistir. Achei muito bom”, avaliou.

Na opinião do motorista Deivisson Kevin Araújo as apresentações foram perfeitas. “Gostei muito. É um momento importante para nossa cultura porque promove a valorização da dança. Foi emocionante, interessante e muito diferente”, disse.

Para a aposentada Maria Eunice Silva de Lima, a mostra foi um sucesso. “Achei a mostra maravilhosa, um evento muito bom. Espero que tenhamos mais noites como esta”, declarou. Para a filha Gabryella Silva de Lima, foi um evento impecável. “Muito organizado, lindo e emocionante. E o diferencial é que é aberto ao público. As pessoas da comunidade podem assistir. Isso é muito bom”, observou.

Acompanhada pelas duas filhas, a enfermeira Kênia Maria de Sales Fontes disse que foi tudo maravilhoso. “Foi perfeito e é muito bom que possamos ter mais eventos como este, ainda mais gratuito. Saímos de casa, não gastamos nada e nos divertimos muito”, destacou.

A professora Adrielly Ferreira da Silva saiu do teatro empolgada. “Gostei bastante e acho importante que aconteçam eventos de dança na cidade, principalmente porque incentivam a cultura”. A estudante Anne Karolyne Santos Honório também estava encantada. “Assisti às duas primeiras edições na Lagoa e agora aqui no teatro. Acho muito importante para a valorização da dança e das escolas locais”.

Programação aniversário Companhia de Dança

04/05 (sábado) – Apresentação na Estação Ciência, no projeto Estação Criança, com a Companhia Municipal de Dança de João Pessoa, em parceria com a Secretaria de Educação – 17h.

06/05 (segunda-feira) – Aula de ballet clássico iniciante, no Centro Cultural de Mangabeira, com a professora Denilce Regina, para o público de 8 a 14 anos – das 15h às 16h30

07/05 (terça-feira) – Aula de jazz na sala Roberto Cartaxo, Espaço Cultural, com Evana Arruda, para o público a partir de 12 anos, às 18h.

08/05 (quarta-feira) – Aula de dança contemporânea, no bairro Jardim Veneza, com o bailarino Geovan Conceição – 15h.

09/05 (quinta-feira) – Aula de danças urbanas, no Busto de Tamandaré – com Jack Keysy – às 17h30.

10/05 (sexta-feira) – Teatro Paulo Pontes – Espaço Cultural
15h – formação de plateia com as escolas da rede pública municipal
19h – comemoração ao aniversário de três anos da Companhia Municipal de Dança de João Pessoa – programação com vários estilos de dança e espetáculos apresentados nesses três anos.
*Todas as atividades são gratuitas.

PMJP

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