Rede Nord lança ‘Nord em Movimento’ para incentivar a prática de esportes e melhorar qualidade de vida

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A Rede Nord de Hotéis lançou, na manhã deste sábado (02), o Nord Movimento, ação que visa melhorar a qualidade de vida dos colaboradores e oferecer práticas esportivas para os seus clientes. O movimento tem a parceria da Sílvia Beach Tênis e da Faculdade Uniesp e acontece nas unidades de João Pessoa e Patos, na Paraíba, e Juazeiro do Norte, no Ceará.

De acordo com Patrícia Cantalice, diretora da Rede, a ação acontecerá sempre aos sábados e faz parte do projeto da Nord de melhorar a qualidade de vida dos seus colaboradores e tornar a estada dos clientes ainda mais participativa e dentro do espírito de melhor prestação de serviços e atendimento da rede.

A executiva destaca que a Nord, no ano de 2019, foi a considerada a terceira melhor empresa para se trabalhar na Paraíba e a sétima no Brasil no segmento do Turismo, segundo o GPTW – Great Place To Work®️ – consultoria global que apoia organizações a obter melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação.

Durante as atividades, houve aula de Beach Tennis, treino funcional, dança e alongamento, além de um café da manhã saudável! Para Carlos Gabriel, um dos colaboradores da Nord, a ação é boa para o corpo, para a mente e para recarregar as energias! “O melhor de tudo isso, é que o projeto é contínuo e não se limita somente aos funcionários. Orgulho de ser Nord!”, expressou o colaborador. 

“Desde que entrei na Nord pude perceber que existe um trabalho interno muito ativo para os funcionários. Em todas as ações que participamos sempre saímos melhores, com aprendizados, novas técnicas e nova visão de futuro. Dessa vez a ação implantada foi para cuidar do corpo, e que momento incrível!”.

Assessoria

Aruandaplay – Ano II ‘Do Nordeste para o Mundo’

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Nova janela nordestina para o mundo, vai premiar filme mais assistido

A Plataforma Aruandaplay, cujo acesso é livre através do site https://www.aruandaplay.com.br/ e tem patrocínio da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia, Inovação e Ensino Superior e Fapesq-PB, vai premiar o curta-metragem mais assistido até o dia 31 de março. Nesta nova fase do projeto, 33 curtas foram lançados no streaming paraibano e divididos em 4 Mostras que estão disponíveis na plataforma que também tem chancela da Secult-PB. São esses os filmes (veja lista abaixo) que estão concorrendo ao Troféu Aruandaplay de Curta Mais Assistido.

Mostra Competitiva de Curtas Nacionais

– Emerenciana, de Larissa Nepomuceno – PR             

– Feira da Ladra, de diego Migliorini – SP

– José Sette Cinema Infernal, de Sávio Leite – MG

– O Brilho Cega, de Carlos Mosca – PB

– O Destino da Senhora Adelaide, de Breno Alvarenga e Luiza Garcia – MG

– O Presente, de Ursula Marini – RJ

– Sereia, de Estevan de la Fuente – PR

– Travessia, de Gabriel Lima – RJ

– Vão das Almas, de Edileuza Penha de Souza e Santiago Dellape – DF

Mostra Competitiva “Sob o Céu Nordestino”

– Abrição de Portas, de Jaime Guimarães – PB

– Flor dos Carnavais, de Lívio Brandão e Cucas Machado – PB

– Flora, a Mãe do Rei, de Geóstenys de Melo Barbosa – PB

– O Orgulho Não é Junino, de Dimas Carvalho – PB

– Pantera dos Olhos Dormentes, de Cristall Hannah e Ingsson Vascncelos – PB

– Para Onde Eu Vou?, de Fabi Melo – PB

Mostra Competitiva Caleidoscópio Universitário: Curtas da UFPB

– Afro da Pele, de Andrews Bezerra e Will Rocha

– Ampulheta, de Gilmar de Souto

– Arlinda – O filme, de Jonny Herbert

– De olhos bem pretos, de Darmin

– DIM, de Ana Carla Lima

– Gasolina, de Luiz Filho, André Firmino e Ricardo Félix

– Moeda da Sorte, de Felipe Augusto Oliveira

– Nheengatu, de Luiz Filho

– Queride, Bowie, de Flora Valverde

– Respire, de Will Rocha

– Sete Dias de Heleno Florentino

– Sutil Encontro, de Lorenzo Starling

– Volte, meu bem, de Amanada Pedrosa

Mostra Competitiva Internacional: Aruanda Lusófona – União Europeia.

– Batido de Morango, de Lou-Andréa Fière

– Fora de mim, de David Grenho e Márcio Valente –

– Punkada, de Golçalo Barata Ferreira

– Rumo ao Nada, de Pedro Blu

– Todas as Ondas, de Felix Cognard

“A Aruandaplay se destina a cumprir um nobre papel, qual seja o de oferecer tela para quem normalmente só encontra espaço em mostras e nos festivais, com um potencial de democratização do acesso infinitamente superior. Ao um só tempo, atende às demandas do audiovisual local-regional, e se presta como instrumento didático para escolas de ensino médio e universitário, daí o envolvimento da SECTIES e o aval da Fapesq-PB., o que só amplifica e respalda seu alcance.”, afirma Lucio Vilar.

Acesso livre

A Plataforma Aruandaplay tem acesso livre através do site https://www.aruandaplay.com.br/. Com um simples e rápido cadastro, o usuário se habilita a navegar por filmes de curta e longa-metragens paraibanos, muitos premiados no Fest Aruanda ao longo dos anos, além da sessão Cinemateca Paraibana com filmes documentários clássicos da cinematografia paraibana.

Além dos novos 33 filmes exibidos e premiados no 18º Fest Aruanda (2023), a plataforma Aruandaplay também traz no seu catálogo de filmes, uma sessão de 20 curtas representativos para o Cinema Paraibano, confira: – “A àrvore da MIséria”, de Marcus Vilar; – “O que os Machos Querem”, de Ana Isaura de Diniz; – “Ódo Pupa, lugar de resistência”, de Carine Fiúza; – “Rasga Mortalha”, de Pattrícia de Aquino; – “A poeira dos pequenos segredos”, de Bertrand Lira; – “Seiva”, de Ramon Batista; – “Faixa de Gaza”, de Lúcio César Fernandes; – “O Caçador de Miragens”, de Elisa Maria Cabral; “Menino Azul”, de Odécio Antônio; – “Cura-me”, de Eduardo Varandas; – “Praça de Guerra”, de Edmilson Júnior; – “Makinaria”, de Igor Tadeu; – “Reinado Imaginário”, de Hipólito Lucena; – “Sweet Karolynne”, de Ana Bárbara Ramos; – “Boyzin”, de R.B. Lima; “A Ética das Hienas”, de Rodolpho de Barros; “Redemunho”, de Marcélia Cartaxo; – “Flor no Quintal”, de Mercicleide Ramos; e “Noite no Sítio”, de Lucas Machado.

Aruanda

Câmara Municipal de João Pessoa intermedia diálogo de empresários com Prefeitura em prol do Centro Histórico

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O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), recebeu no Paço Municipal, nesta quarta-feira (28), representantes da Câmara de Vereadores da capital e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). A pauta do encontro girou em torno da busca de melhorias para o Centro Histórico. A área é beneficiada pelo programa Viva o Centro, lançado no ano passado pelo município visando o resgate econômico do bairro que serviu de berço para a cidade.

O encontro foi intermediado pelo presidente da Câmara, Dinho Dowsley (Avante) e pelo vereador Thiago Lucena (PRTB). Na reunião, o presidente da CDL, Nivaldo Vilar, solicitou ao prefeito a ampliação do perímetro beneficiado pelo programa. O objetivo é estender a área atendida, fazendo com que ela se estenda do Varadouro até o Treze de Maio. Atualmente, o limite é a avenida Visconde de Pelotas.

O programa, lançado em dezembro, prevê a concessão de incentivos fiscais para atividades comerciais, industriais, prestação de serviço ou moradias. Os benefícios incluem redução do Imposto Sobre Serviço (ISS) de 5% para 2% e a concessão de gratuidade de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e de ITBI (Imposto Sobre a Transmissão de Bens Imóveis).

Diante do pedido, o prefeito se mostrou sensível ao pleito dos empresários, mas ressaltou não haver condições de atendimento do pleito por estarmos em um ano eleitoral. A solicitação, apesar disso, foi repassada para o secretário da Receita Municipal, Sebastião Feitosa, para que sejam feitos estudos que poderão ser implementados no futuro. Atualmente, mais de 200 empresários já foram contemplados com as medidas.

Durante a reunião, foi apresentada ao prefeito uma proposta discutida entre a CDL, a Câmara Municipal e o Sintur (Sindicato das Empresas de Transporte Urbano) que visa a oferta de gratuidade nas tarifas de ônibus para quem comprar no Centro da Capital. A promoção terá tempo determinado e não implicará em ônus para o poder público. A proposta visa incentivar o comércio do Centro.

A reunião contou também com a participação do vice-prefeito Léo Bezerra (PSB); do presidente do Sintur, Isaac Moreira Júnior; do procurador-geral do Município, Bruno Nóbrega; e do secretário da Receita Municipal, Sebastião Feitosa.

CMJP

Turismo sustentável: Descubra as 40 espécies mais emblemáticas de aves de Fernando de Noronha

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Projeto Aves de Noronha, apoiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, oferece o “Guia de Aves Fernando de Noronha” e quatro rotas turísticas de observação de aves, em uma parceria com empresas de turismo e guias locais

Estar em Fernando de Noronha (PE) já é um privilégio, mas conhecer as particularidades de sua fauna é ainda mais empolgante. É com essa proposta que o projeto Aves de Noronha criou o “Guia de Aves Fernando de Noronha”. Bilíngue (português e inglês), em formato de bolso, compila, de forma simples e acessível, as 40 espécies mais emblemáticas que habitam a ilha. A publicação divide a lista de espécies entre residentes, migratórias e exóticas. Além das belas imagens, contêm símbolos que representam o status de conservação, o habitat e os principais itens da dieta das aves catalogadas.

O projeto é realizado pelos pesquisadores Cecília Licarião, Larissa Amaral, Geisiane Sobral e Heideger Nascimento, com o apoio da Fundação Grupo Boticário e da Log Nature. “Trata-se de um material com linguagem acessível, uma vez que a nossa intenção é atrair o olhar das pessoas para essa atmosfera, para a biodiversidade das aves”, explica Cecília Licarião, diretora do projeto Aves de Noronha e uma das autoras do Guia.

A publicação pode ser adquirida nas lojas dos Postos de Informação e Controle (PICs) nas entradas de acesso ao Parque Nacional e pelo site A Loja dos Passarinhos, parceira do projeto. O grupo Atlantis, também parceiro do Aves de Noronha, foi responsável pela produção da publicação.

As espécies raras da ilha

O Arquipélago de Fernando de Noronha abriga a maior diversidade de aves marinhas do país. Ao todo, são quase 90 espécies de aves registradas que usam a ilha para descanso, alimentação e reprodução, das quais 20 são residentes, ou seja, moram em Noronha e podem ser observadas durante todo o ano. Seis espécies, porém, correm perigo de desaparecer e duas delas, o sebito-de-noronha e a cocoruta, só existem em Fernando de Noronha.

O sebito-de-noronha ou juruviara-de-noronha é o nome desse pássaro que habita florestas, jardins e áreas arborizadas, com preferência pelas copas dos mulungus. Alimenta-se de insetos e artrópodes, como pequenas aranhas. As aves têm cerca de 15 centímetros de comprimento, pesam, em média, 10 gramas, e possuem coloração verde-acinzentada nas partes superiores e marrom-claro e creme no ventre. A fêmea coloca cerca de dois ovos, que são chocados durante 12 ou 13 dias. Seu ninho, em formato de tigela funda, é feito de materiais vegetais e teias de aranha, costurados em galhos fininhos, parecendo uma taça de vinho pendurado. O pássaro sofre ameaça pela degradação de seu habitat, principalmente pela introdução de espécies exóticas, como gatos e ratos.

A cocoruta é um pássaro de 17 centímetros de comprimento, com pescoço branco e laterais e peito em tom acinzentado. A barriga é de coloração amarelada. Alimenta-se de insetos e frutos e, segundo os pesquisadores, uma cocoruta pesa, em média, 20 gramas. É encontrada em matas secas e áreas antrópicas do arquipélago de Fernando de Noronha. Também encontra-se ameaçada de extinção pelos mesmos motivos que o sebito-de-noronha.

Roteiros

Além do livro, que desperta curiosidade sobre a biodiversidade das espécies, o Aves de Noronha também oferece quatro rotas turísticas de observação de aves, apresentadas em dois pacotes: individual ou em grupo. Eles incluem opções de três ou seis noites de hospedagem, não abrangendo alimentação e transporte aéreo. No entanto, o projeto fornece indicações de agências especializadas para auxiliar no transporte aéreo, caso necessário. Os visitantes têm a liberdade de escolher a rota de acordo com a época do ano (chuvosa ou seca) e os seus interesses pessoais.

“Esses produtos ajudam a levantar fundos para manter o projeto. Obrigatoriamente, envolvemos os guias locais nessa iniciativa, pois entendemos que o dinheiro gerado pelas vendas deve circular na economia da região”, explica Cecília Licarião. “O Brasil é um dos países com mais endemismo e as pessoas vêm de fora, justamente, para ‘completar o seu álbum de figurinhas’ vendo espécies que só podem ser encontradas aqui. Daí, o grande potencial desse tipo de turismo”, conclui.

As informações sobre as rotas de observação de aves e o valor dos pacotes estão disponíveis no site

Impacto socioambiental positivo

O Aves de Noronha foi um dos projetos selecionados pelo Camp Oceano, iniciativa realizada em 2021 pela Fundação Grupo Boticário para o desenvolvimento de soluções para a conservação da biodiversidade costeiro-marinha brasileira. Estabelecido por meio de cocriação, com capacitações e mentorias para aprimorar as ações, o projeto foi um dos 19 selecionados em todo o país para receber apoio técnico e financeiro.

“O Aves de Noronha demonstra grande potencial para gerar impactos positivos e duradouros para a conservação da natureza, unindo o turismo, a ciência, a educação, o desenvolvimento econômico e a integração com a comunidade”, avalia Omar Rodrigues, gerente sênior de Engajamento e Relacionamento Institucional da Fundação Grupo Boticário.

Sobre a Fundação Grupo Boticário

Com 33 anos de história, a Fundação Grupo Boticário é uma das principais fundações empresariais do Brasil que atuam para proteger a natureza brasileira. A instituição atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e em políticas públicas e apoia ações que aproximem diferentes atores e mecanismos em busca de soluções para os principais desafios ambientais, sociais e econômicos. Já apoiou cerca de 1.600 iniciativas em todos os biomas no país. Protege duas áreas de Mata Atlântica e Cerrado – os biomas mais ameaçados do Brasil –, somando 11 mil hectares, o equivalente a 70 Parques do Ibirapuera. Com mais de 1,2 milhão de seguidores nas redes sociais, busca também aproximar a natureza do cotidiano das pessoas. A Fundação é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial.

Sites: www.fundacaogrupoboticario.org.br | www.grupoboticario.com.br |

Redes sociais:@fundacaogrupoboticario

Assessoria

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