Categoria: Brasil

  • Fantastic House, o novo parque temático é atrativo inesquecível em Gramado

    Fantastic House, o novo parque temático é atrativo inesquecível em Gramado

    O novo Parque Temático, Fantastic House, em Gramado-RS volta a oferecer aos visitantes uma experiência emocionante e inesquecível. O mais novo atrativo de Gramado conta com uma jornada interativa que leva peregrinos (como são chamados os visitantes) de todas as idades a descobrir os segredos da vida com uma estrutura encantadora em 1.200 m2 de área interna onde é possível viver uma experiência mágica e sensorial por sete ambientes com uma história 100% original e cativante. O espetáculo é criado através da explosiva fusão de música, efeitos tecnológicos, luzes, cores, figurinos, personagens virtuais e cenários que dão vida aos ambientes, onde a experiência passa a ser inédita e única.

    Para manter o distanciamento controlado, a visitação com duração aproximada de 55 minutos, ocorre em grupos menores sendo guiada por personagens lúdicos caracterizados e inseridos tematicamente na história. Os ambientes da Fantastic House são compostos pelo Prólogo, a origem, Hortus: o Jardim dos Sonhos, Ludere: a Magia do Sorrir, Omne: o Universo do Saber, Bonodoron: o Aroma do Amor e Hortus II: Allegro e o Grande Segredo, além do tóten de foto interativa com realidade aumentada e a Fantastic Shop com mais de 500 produtos exclusivos e incríveis que carregam os segredos de um viver fantástico.

    O horário de funcionamento é de segunda a quinta-feira das 9 às 21 horas. Nas sextas-feiras, sábados e feriados a atração fica aberta entre 9 e 22 horas. E aos domingos das 9 às 19 horas. O tempo de permanência após ingressar na gigante fantástica é livre, sugerimos que reserve 1 hora para curtir essa experiência inédita. Os ingressos estão com uma promoção e crianças até 5 anos e 11 meses não pagam, sendo obrigatório a apresentação de documento oficial de identidade.

    A Fantastic House está localizada na Avenida das Hortênsias, 4931, entre Gramado e Canela.

    Assessoria de Imprensa

  • Oito em cada dez mulheres planejam viajar de forma mais simples, afirma pesquisa

    Oito em cada dez mulheres planejam viajar de forma mais simples, afirma pesquisa

    Levantamento da Booking.com revela tendência das brasileiras em procurar por locais diferentes dos habituais e em meio à natureza

    Cerca de oito em cada dez brasileiras planejam viajar de forma mais simples, durante a retomada das viagens no país. A constatação é de uma pesquisa da plataforma digital Booking.com e vem em alusão ao Dia Nacional da Mulher, comemorado anualmente no dia 30 de abril. Para elas, de acordo com o levantamento, os destinos ao ar-livre ou locais ideais para curtir a família terão a preferência no roteiro das próximas férias.

    Segundo 65% das entrevistadas, as restrições de passeios em alguns destinos só criaram um desejo ainda maior de conhecer novos locais. É o caso da produtora de conteúdo digital do instagram “Mulheres que Viajam Sozinhas”, Luciane Leal. Sua última viagem foi em janeiro de 2020 e desde então ela vem nutrindo cada vez mais a vontade de conhecer destinos nacionais. “Eu acho que toda essa situação provoca certa urgência nas pessoas em realizar as coisas que querem, em fazer as coisas que a gente ama fazer. Desde que eu me conheço por gente eu sou viajante, nasci em uma família de viajantes, trabalhei 18 anos como comissária de bordo”, disse.

    Para ela, o momento agora é de aproveitar a diversidade dos atrativos brasileiros, observando as restrições impostas por cada local. “Assim que possível, eu planejo retornar as minhas viagens para aproveitar o lazer em destinos como Fernando de Noronha (PE), sul da Bahia, Pantanal e Amazônia. Mas antes, temos que pesquisar sobre o local escolhido. Saber como o destino está recebendo o turista, se há restrições”, atentou a produtora de conteúdo.

    A pesquisa revela ainda que 16% das brasileiras planejam curtir o lazer através do turismo de aventura, 58% em uma viagem relaxante e 54% delas planejam realizar uma pausa na rotina para uma “trip” na praia. “Se tiver viajantes conscientes e informadas, a gente pode fazer turismo nesse momento, desde que a gente pare para pensar no impacto que a gente causa no lugar para onde estamos indo”, destacou Luciane Leal.

    A PESQUISA – Realizada em 28 países, a pesquisa do Booking.com contou com a participação de 20.934 pessoas, de forma online, que viajaram a negócios ou a lazer no último ano e que planejam viajar nos próximos 12 meses.

    SELO – Desde junho de 2020, o Ministério do Turismo disponibiliza o selo “Turismo Responsável” no intuito de dar segurança sanitária aos turistas e aos trabalhadores do setor. O documento está disponível para 15 segmentos, como meios de hospedagem, parques temáticos, restaurantes, cafeterias, bares, centros de convenções, feiras, exposições e guias de turismo, entre outros.

    Cada atividade possui um protocolo específico, elaborado em parceria com empresas e instituições ligadas ao setor, a partir de diretrizes internacionais e validados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para utilizar o selo, o empreendedor deve afixá-lo em local de fácil visualização do cliente. O estabelecimento pode ainda oferecer um QR Code, de modo que turistas tenham a chance de verificar as medidas adotadas.

    Por Victor Maciel
    Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
    Foto: Jade Queiroz/MTur

  • Câmara de Turismo 4.0 mapeia soluções tecnológicas aplicáveis a Destinos Inteligentes

    Câmara de Turismo 4.0 mapeia soluções tecnológicas aplicáveis a Destinos Inteligentes

    Levantamento é feito por meio de um questionário online elaborado por um colegiado formado pelo MTur e o MCTI para fomentar a criação de locais do tipo no Brasil

    Mapear iniciativas tecnológicas nacionais que possam suprir futuras demandas de Destinos Turísticos Inteligentes (DTI) no Brasil e fomentar a atuação de startups. Este é o objetivo de um questionário online elaborado pela Câmara de Turismo 4.0, grupo formado após um acordo de cooperação entre os ministérios do Turismo e da Ciência, Tecnologia e Inovações e que definirá políticas públicas voltadas à digitalização e apoiará a criação de DTIs. (Acesse aqui o questionário).

    O levantamento, aberto a qualquer empresa de base tecnológica ainda na fase de desenvolvimento ou já em operação, pode ser respondido eletronicamente até 10 de maio deste ano. As soluções tecnológicas aplicadas devem atender às seguintes demandas: governança, sustentabilidade, acessibilidade, comercialização e marketing turístico, novas experiências do turista, informações turísticas e infraestrutura tecnológica dos destinos.

    O secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do MTur, William França, estimula a participação na pesquisa. “É de fundamental importância conhecermos as iniciativas inovadoras já existentes no país e, com isso, subsidiar os trabalhos que já estão em curso para o desenvolvimento de Destinos Turísticos Inteligentes no Brasil. Esta é uma ação que exige um esforço conjunto, com a participação ativa dos poderes público, privado e da sociedade”, argumenta.

    A Câmara de Turismo 4.0 é composta por três grupos de trabalho: de Desenvolvimento Profissional e Capital Humano, coordenado pelo MTur, que consolidará propostas de capacitação para a inovação; de Desenvolvimento de Destinos Turísticos Inteligentes, também a cargo do MTur, voltado ao fomento de instrumentos de transformação digital; e de Soluções e Tecnologias Digitais para Destinos Turísticos Inteligentes, sob a liderança do MCTI.

    No início de 2021, a fim de promover o desenvolvimento de DTIs no Brasil, o Ministério do Turismo firmou uma parceria junto ao instituto argentino Ciudades del Futuro (ICF) e a Sociedade Mercantil Estatal para a Gestão da Inovação e as Tecnologias Turísticas (SEGITTUR), da Espanha. As instituições são pioneiras na área, e a proposta é que a metodologia da SEGITTUR seja adaptada à realidade brasileira pelo ICF e implementada em projetos-pilotos.

    PILOTOS – No último dia 22, por videoconferência, o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, convidou representantes das primeiras nove cidades, de um total de 10, que vão integrar o projeto-piloto de DTIs no Brasil. A lista inclui duas capitais de cada região do país: Rio Branco e Palmas (Norte); Recife e Salvador (Nordeste); Campo Grande e Brasília (Centro-Oeste); Florianópolis e Curitiba (Sul) e Rio de Janeiro (Sudeste). A 10ª localidade será anunciada em breve.

    Por André Martins
    Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
    Foto: Banco de Imagens/Casa Civil

  • Caixa e Ministério do Turismo disponibilizam R$ 1,2 bilhão para o setor do turismo

    Caixa e Ministério do Turismo disponibilizam R$ 1,2 bilhão para o setor do turismo

    Disponibilidade da linha de crédito será ampliada para empresas com faturamento inferior a R$ 4,8 milhões

    A CAIXA e o Ministério do Turismo disponibilizaram R$ 1,2 bilhão via Fundo Geral de Turismo (Fungetur) para contratação por empresas do setor. A principal novidade é a ampliação do público-alvo da linha de crédito, que agora abrange empresas com faturamento anual inferior a R$ 4,8 milhões. As vantagens desta linha de capital de giro incluem prazo de financiamento de até 60 meses, sendo até 12 meses de carência e taxas de juros de 5% a.a ou 0,41% a.m. mais SELIC.

    A linha de crédito é exclusiva para o setor do turismo, um dos mais afetados pela pandemia do novo Coronavírus. Além do recurso aportado pelo Ministério do Turismo via Fundo Geral de Turismo (FUNGETUR), outra grande novidade é a flexibilização das garantias apresentadas.

    Para o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, o apoio do governo federal e da CAIXA a setores estratégicos como o do turismo são fundamentais para a sustentabilidade dessas empresas. “A CAIXA, principal parceira do turismo e das micro e pequenas empresas, acredita na importância do setor para retomar e impulsionar a economia, e a parceria com o Ministério do Turismo nos permite apoiar e fortalecer os empresários do ramo, um dos mais afetados pela crise atual”, disse.

    Exigência:

    Para ter acesso às condições especiais da linha de crédito, as empresas devem ter mais de 12 meses de constituição e possuir o certificado do CADASTUR, que pode ser obtido por meio do endereço https://cadastur.turismo.gov.br.

    Além de ser uma importante fonte de consulta para os turistas, o cadastro no CADASTUR garante diversas vantagens e oportunidades aos seus cadastrados:

    Acesso a financiamento por meio de bancos oficiais;
    Apoio em eventos, feiras e ações do Ministério do Turismo;
    Incentivo à participação em programas e projetos do governo federal;
    Visibilidade nos sites do Cadastur e do Programa Viaje Legal.
    Participação em programas de qualificação promovidos e apoiados pelo Ministério do Turismo;
    Com o certificado, os interessados poderão procurar uma agência bancária ou manifestar interesse através da página CAIXA Com Sua Empresa, no endereço https://www.caixa.gov.br/caixacomsuaempresa.

    Assessoria
    Imagem de Joel santana Joelfotos por Pixabay

  • Audiência Pública debate impactos da pandemia na aviação

    Audiência Pública debate impactos da pandemia na aviação

    Na manhã de hoje (23), foi realizada uma Audiência Pública com o tema Impactos da Pandemia no Transporte Aéreo, na Câmara dos Deputados (Anexo II, Plenário 11), em Brasília. Convocada pela Comissão de Viação e Transporte, a reunião extraordinária teve o objetivo de ajudar os deputados a conhecer melhor os impactos da pandemia no setor aéreo.

    Entidades representando as companhias aéreas, os aeroportos, as empresas de ground handling apresentaram um retrato da evolução da crise e todos os aspectos que precisam ser trabalhados para permitir a retomada, entre eles o enfrentamento de problemas como o fato de o País ter um dos combustíveis mais caros do planeta, a insegurança jurídica e os entraves para o crescimento do setor. O segmento de ground handling defendeu um formato específico para o setor aéreo acerca da garantia para o acesso ao crédito, quer seja através do Fundo Garantidor de Investimento, quer seja por meio do FNAC (fundo nacional de aviação civil), uma vez que as empresas não puderam utilizar até agora.

    O diretor da Iata no Brasil, Dany Lima de Oliveira, mostrou o retrocesso que a pandemia está representando para a aviação mundial. “Basta olhar que em 2019, foram transportados em todo o mundo 4,5 bilhões de pessoas e no ano passado caímos para 1,8 bilhão, foi como andar para trás 20 anos”, disse Dany. Já Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, apresentou um mapa de tudo que precisa ser feito para permitir a retomada do setor, destacando a questão do combustível entre os mais caros do mundo, representando 28,9% do custo das companhias aéreas.

    Para o presidente da Abesata, Ricardo Miguel, o setor de ground handling é um dos mais fragilizados pela pandemia não apenas porque é intensivo de mão de obra, mas principalmente pelo fato de que as empresas não conseguiram acesso ao crédito. “Mexer nas regras do fundo garantidor para que todas possam ter acesso ao socorro é um dever de honra de todos nós aqui reunidos”, afirmou. O executivo explica que na prática os bancos não querem emprestar dinheiro para as empresas de serviços em solo porque o setor de aviação tem sido um dos mais atingidos pela crise, e não querem arcar com nenhum risco. Miguel também pontuou que o segmento está na expectativa da publicação do Benefício Emergencial que permite redução de jornadas e salários.

    Ronei Glanzmann, secretário Nacional da Aviação Civil (SAC), disse que tudo que pode ser feito em termos de regulação para ajudar o setor foi feito e que só a vacinação vai permitir a retomada da aviação. Todos os participantes destacaram o papel relevante do transporte aéreo na pandemia, fazendo os insumos chegarem aos destinos em um primeiro momento e agora as vacinas.

    Participaram da audiência pública o presidente da Anac, Juliano Noman; Ronei Saggioro Glanzmann, Secretário Nacional da Aviação Civil (SAC); Eduardo Sanovicz, Presidente da Abear; Dany de Oliveira, Diretor da Iata no Brasil; Ricardo Aparecido Miguel, Diretor-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo – Abesata; Dyogo Oliveira, Diretor-presidente da Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (ANEAA); Ondino Dutra, Presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas – SNA; além dos Deputados Federais Carlos Chiodini, Coronel Tadeu, Rodrigo Coelho, Alencar Braga e Rosana Valle.

    Victor Fernandes – Panrotas
    Imagem de Holger Detje por Pixabay