Categoria: Brasil

  • ABEOC BRASIL realiza pesquisa visando a retomada de atividades

    ABEOC BRASIL realiza pesquisa visando a retomada de atividades

    Com o setor prestes a completar um ano e meio com os braços compulsoriamente cruzados, a ABEOC Brasil – Associação Brasileira de Empresas de Eventos – lançou pesquisa atualizar dados sobre a inatividade do setor neste momento em que há as mais variadas faixas de abertura pelo País.

    Segundo Fátima Facuri, presidente da entidade, é preciso entender para dar um novo passo. “Temos pesquisas do início da pandemia no Brasil que mostravam 98% das empresas paradas. Muitos estados já deram início a uma flexibilização, mesmo que tímida, e precisamos de dados que nos possibilitem argumentar e lutar por uma retomada consistente, consciente e segura, com respeito total aos protocolos. Não podemos continuar indefinidamente sem prazos”, acrescentou.

    A pesquisa é aberta a associados e não associados e foi divulgada em todas as redes sociais da ABEOC Brasil. Para participar, basta clicar no link https://www.onlinepesquisa.com/s/d92abf4.

    Assessoria

  • Fórum MOB-Tur autoriza a criação de Grupo de Trabalho para desenvolvimento de pontos de apoio aos viajantes e caravanismo

    Fórum MOB-Tur autoriza a criação de Grupo de Trabalho para desenvolvimento de pontos de apoio aos viajantes e caravanismo

    Objetivo é estruturar áreas de apoio aos turistas, incentivar o caravanismo no país, além de gerar emprego e renda para a população local

    O Ministério do Turismo iniciou na última sexta-feira (07.05) um Grupo de Trabalho (GT) para estruturar e solucionar entraves para o desenvolvimento de Pontos de Apoio aos Viajantes (PAV) e do caravanismo no país. Criado no âmbito do Fórum de Mobilidade e Conectividade Turística (MOB-Tur), o GT discutirá entre outros assuntos, a tributação, legislações, desenvolvimento econômico local, além do mapeamento de pontos turísticos que possuem áreas de apoio a estes viajantes.

    O secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo, William França, ressaltou a necessidade de se ter normativas e uma estruturação capaz de atrair e atender aos viajantes do segmento. “No Brasil, não temos dados organizados sobre essas atividades e nem o seu impacto no mercado turístico. Então, precisamos traçar estratégias e verificar possibilidades para solucionar as propostas trazidas pelo setor, para proporcionarmos conforto e comodidade para o viajante como, também, possibilitar a geração de emprego e renda para as localidades próximas a estes pontos de apoio”, disse.

    A formalização da criação do GT será realizada por resolução do Fórum MOB-Tur, sob coordenação do Secretário Nacional de Atração de Investimentos, Parcerias e Concessões, Lucas Fiuza. Uma das primeiras ações do GT será identificar quais áreas dentro do governo federal poderão atender às exigências identificadas pelo Ministério do Turismo, que envolvem adequação de Unidades de Conservação, concessões de rodovias e criação de linhas de crédito para a aquisição de veículos para a prática de caravanismo. A intenção, ainda, é que seja apresentada as ações que serão realizadas por cada área do MTur e que possa se fazer um estudo da atividade, observando o seu impacto no mercado turístico do país.

    De acordo com a Associação de Estradeiros do Paraná, existem hoje no Brasil em torno de 40 mil veículos para caravanismo cadastrados. As regiões do Brasil mais preparadas para receber motorhomes são nesta ordem: São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais e Bahia. Apesar disso, os brasileiros lideraram o ranking internacional de viajantes de motorhome nos Estados Unidades, em 2019. O país norte-americano, inclusive, faturou, ao todo, US$ 114 bilhões e gerou 600 mil empregos diretos somente em 2019.

    MOB-Tur – Instituído pelo Ministério do Turismo em setembro de 2020, o Fórum MOB-Tur tem a função de discutir e propor políticas e estratégias para aperfeiçoar a mobilidade e a conectividade turística no Brasil; consultar autoridades e técnicos ligados à mobilidade e à conectividade turística e promover a coesão das ações e programas.

    Além disso, vai realizar estudos em temas relacionados à mobilidade e à conectividade turística, bem como observar experiências internacionais nono segmento e conhecer as práticas.

    Por Victor Maciel
    Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

  • Brasil deve ter nova companhia aérea decolando em junho

    Brasil deve ter nova companhia aérea decolando em junho

    Com previsão de operar a partir de 30 de junho, Itapemirim Transportes Aéreos chega como mais uma opção aos brasileiros no setor

    A partir do final de junho, os brasileiros devem contar com uma nova companhia aérea nos céus do país. É que de acordo com o presidente da Itapemirim Transportes Aéreos (ITA), Tiago Sena, a empresa deve começar suas operações no Brasil no dia 30 de junho. Para isso, as vendas das passagens aéreas serão iniciadas na próxima sexta-feira (14.05), por meio do site da companhia. No último mês, a ITA recebeu o Certificado de Operador Aeronáutico (COA) da Anac, que habilita a aérea a atuar no país.

    A expectativa é de que o percurso do primeiro voo da nova companhia deva acontecer entre os aeroportos de Vitória (ES) e de Guarulhos (SP). Além das duas cidades, outras sete deverão receber voos: Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Florianópolis, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre. A ideia é que, até o final de 2021, a ITA adicione mais 8 localidades aos seus itinerários e atenda, no total, 17 destinos nacionais.

    Em março deste ano, o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, se reuniu com o presidente do Grupo Itapemirim, Sidnei Piva. Entre os assuntos discutidos, estavam ações para fortalecer o turismo por meio da conectividade entre os diferentes modais de transporte no país. Também participaram do encontro o presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Carlos Brito, e o senador Ciro Nogueira.

    A Itapemirim Transportes Aéreos foi criada em 2020 e faz parte do Grupo Itapemirim, que tem 67 anos de história no setor de transportes do país. A Viação Itapemirim, empresa do segmento rodoviário, atende 2,5 milhões de passageiros por ano em 2.700 cidades de 19 estados brasileiros, com mais de 300 ônibus. O Grupo possui ainda empresas ligadas a outras operações na área, com foco especial em ferrovias e no transporte urbano, por meio de veículos leves sobre trilhos (VLTs).

    Por Victor Maciel
    Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

  • Empresários apostam na retomada do turismo no pós-pandemia e investem bilhões em novos atrativos no Brasil

    Empresários apostam na retomada do turismo no pós-pandemia e investem bilhões em novos atrativos no Brasil

    Resorts, parques aquáticos e complexos de lazer prometem movimentar o turismo nacional nos próximos anos e contribuir para o retorno das atividades turísticas

    O anúncio de novos empreendimentos turísticos a serem inaugurados no Brasil nos próximos anos mostra a perspectiva positiva dos empresários diante do avanço da vacinação e da iminência da retomada do turismo no país. Diversos desses atrativos já saíram do papel e estão em fase de construção, empregando milhares de trabalhadores e dando esperança a quem depende do setor para viver.

    Na capital federal, um projeto já em andamento de reestruturação do Complexo Esportivo de Brasília promete diversificar a oferta de lazer e turismo local. A Arena BSB, atual gestora do espaço, vai investir cerca de R$ 700 milhões para a construção de cinema, bares, casas noturnas, restaurantes, academias, quadras esportivas, clínicas, escritórios e lojas. Estima-se a geração de 5 mil empregos diretos e indiretos no empreendimento, que deve ser entregue à população em 2023.

    A cidade de Gramado (RS), famosa pela diversidade turística com atrações como Snowland e Mini Mundo, vai contar com mais uma opção de lazer para os visitantes. A Vila da Mônica, novo parque de diversões, deve ser inaugurado em 2022 após um investimento de cerca de R$ 40 milhões. O espaço ocupará uma área de quase 11 mil metros quadrados e terá mais de 30 atrações.

    No setor hoteleiro, a ampliação do número de leitos e acomodações é uma realidade no Brasil e foi constatada pela 15ª edição do Panorama da Hotelaria Brasileira, produzida pela HotelInvest em parceria com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb). A pesquisa aponta que 147 hotéis urbanos, distribuídos por 97 cidades brasileiras, serão implementados até 2025, totalizando um investimento de R$ 6,1 bilhões, índice semelhante ao registrado antes da pandemia.

    A rede internacional de hotéis Hard Rock, comandada pelo Grupo VCI, possui mais de 190 empreendimentos em 59 países, e agora incluiu o Brasil em seu portfólio com o anúncio de oito novos hotéis no país até 2028. As unidades de São Paulo, Fortaleza e Ilha do Sol, região norte do Paraná, já estão na fase final. Apenas a unidade paranaense contará com aporte de R$ 400 milhões e vai gerar mais de 20 mil empregos diretos e indiretos. Segundo previsões do Hard Rock, os empreendimentos de Recife e Natal devem ser entregues em 2024, Foz do Iguaçu em 2025, Campos do Jordão em 2027 e Jericoacoara em 2028.

    A Paraíba também terá sua oferta de hotéis e atrativos ampliada após a implantação do Polo Turístico Cabo Branco, maior polo turístico planejado do Nordeste. O complexo possui uma área de 654 hectares, cercado pela maior reserva ambiental do Estado, com 35 lotes, sendo 19 para o setor hoteleiro, cinco para o setor de animação, dez para comercial e serviços e um para o setor de eventos. Os empreendimentos Ocean Palace Jampa Eco Beach Resort, o Amado Bio & Spa Hotel e o Surf World Park já estão autorizados a construir no local e juntos devem injetar cerca de R$ 600 milhões na economia. As atrações devem atrair 2,5 milhões de turistas por ano ao estado, o que irá representar uma movimentação financeira de R$ 2 bilhões e gerar mais de 4.680 empregos diretos e indiretos na fase operacional.

    Outro empreendimento milionário promete movimentar a cidade de Barra de Santo Antônio, em Alagoas. O resort Vila Galé, localizado na praia de Carro Quebrado, está em estágio avançado de construção e deve ser finalizado em 2022. Com investimento de cerca de R$ 150 milhões, o espaço é considerado um dos maiores empreendimentos hoteleiros do estado, com 513 quartos, seis restaurantes, cinco bares, boate, spa, oito salas de reunião e um parque aquático infantil. Deve gerar em torno de 500 empregos diretos.

    PORTAL DE INVESTIMENTOS – Esses empreendimentos estão cadastrados no Portal de Investimentos do Ministério do Turismo. O site está em fase de testes e deverá ser lançado em breve. O objetivo do portal é reunir projetos no setor de turismo no Brasil e promover um mapeamento das iniciativas de modo a proporcionar a atualização colaborativa da dinâmica de mercado e compreender os gargalos que impedem a realização de projetos que contribuem para a geração de emprego e renda.

    O uso da plataforma será gratuito e para se cadastrar basta entrar no site, clicar em “Acesse”, no canto superior direito, e preencher o cadastro de empreendedor ou investidor, dependendo do interesse. Após essa etapa já será possível acompanhar o cadastramento de projetos.

    FUNGETUR – O secretário nacional de Atração de Investimentos Parcerias e Concessões, Lucas Fiuza, ressalta que os empresários podem contar com uma das 29 instituições financeiras credenciadas junto ao Fungetur para terem acesso a crédito e darem seguimento a projetos de empreendimentos turísticos no país. “O Fundo Geral de Turismo é uma linha de financiamento operada com recursos do MTur e que, em apoio ao setor diante do cenário dos impactos da pandemia de Covid-19, conta com taxas (de até 5% ao ano, acrescida da Selic) e prazos (de até 240 meses) diferenciados para auxiliar empreendimentos turísticos de todo o país”, explica Fiuza.

    Para acessar os recursos do Fungetur é necessário estar no Cadastur, cadastro de pessoas físicas e jurídicas que atuam no turismo. O cadastro é rápido, gratuito e pode ser feito online, clicando AQUI.

    Por Vanessa Castro
    Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

  • Bolsonaro sanciona com vetos programa de ajuda ao setor de turismo e eventos

    Bolsonaro sanciona com vetos programa de ajuda ao setor de turismo e eventos

    O Ministro da Economia, Paulo Guedes, reafirmou que economia do Brasil se recupera ‘em V’, mas que alguns setores precisam de mais ajuda do governo

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou com vetos o projeto de lei 5.638/2020, que prevê uma série de medidas de auxílio para alguns dos setores mais atingidos pela pandemia de Covid-19, como o turismo e o de eventos.

    Trata-se do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).

    Em entrevista coletiva concedida na noite desta segunda-feira (3), Bolsonaro disse que mobilizou o governo para atender “quase que na integralidade” o projeto que já havia sido aprovado na Câmara e no Senado.

    “Temos um profundo respeito com essas pessoas que perderam tudo, que estão sem esperança, que querem e que têm que voltar ao mercado de trabalho para garantir o sustento próprio e de sua família”.

    Segundo o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, entre 10 milhões e 20 milhões de famílias poderão ser alcançadas pela iniciativa.

    “Chega uma hora em que vamos ter que focalizar em alguns setores que foram muito afetados”, disse Costa. “O setor de eventos, de acordo com um estudo que nós fizemos, foi o setor mais afetado da economia e, portanto, vamos agora passar a dar alguns tratamentos favorecidos para esses setores”, explicou.

    Segundo Costa, o governo federal vai permitir desconto e renegociação de dívidas tributárias e também de ampliação de crédito.

    O Perse autoriza desconto de 70% na dívida tributária das empresas de turismo e eventos, e permite parcelamento do valor restante em até 135 meses.

    No caso das medidas de crédito, serão usados entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), além de destinar 20% do crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) ao setor de eventos.

    No entanto, como a reedição do Pronampe em 2021 ainda não foi aprovada pelo Congresso Nacional, o governo estuda a edição de uma medida provisória (MP) que disponibilize mais crédito para os setores alcançados. No caso do Pronampe, Costa espera mais R$ 1 bilhão em empréstimos.

    O presidente Jair Bolsonaro vetou determinados trechos da Perse, como o que estabelecia redução de impostos para as empresas de eventos e turismo. Segundo Carlos da Costa, os vetos foram necessários porque o governo federal não conseguiu estabelecer como se daria a compensação tributária, conforme exige a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    “O volume de compensações tributárias que deveriam ser feitas caso tudo fosse sancionado, teria um aumento de imposto sobre outros setores, algo que o presidente sempre falou que é contra. Nós não aumentamos impostos neste governo”, afirmou o secretário.

    Recuperação em V
    Presente na coletiva, o ministro da Economia, Paulo Guedes, citou também outras medidas de auxílio que vem sendo elaboradas pelo governo federal desde o início da pandemia, como o auxílio emergencial, o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) e a antecipação do pagamento do 13º a aposentados.

    O ministro voltou a defender que a economia brasileira “voltou em V”, mas reconheceu que determinados setores “ainda estão com dificuldade de se levantar”, o que seria o caso do turismo e do setor de eventos.

    Fonte: Gregory Prudenciano, da CNN, em São Paulo
    Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil