Tag: turismo sustentável

  • Aquário Paraíba fortalece turismo educativo com experiências de conscientização ambiental

    Escolas podem agendar visitas guiadas com atividades voltadas à educação ambiental e preservação da vida marinha

    Referência em turismo educativo na Paraíba, o Aquário Paraíba vem se consolidando como um importante espaço de lazer, aprendizado e conscientização ambiental. Localizado na Praia do Seixas, em João Pessoa, o equipamento recebe, a cada ano, um número crescente de estudantes e professores de escolas da capital e de diversas cidades da região, atraídos pelas experiências educativas voltadas à preservação da vida marinha.

    As visitas guiadas permitem que os alunos conheçam de perto a diversidade da fauna existente no local, que atualmente reúne mais de 100 espécies. Por meio das atividades extraclasse, as escolas têm a oportunidade de trabalhar a conscientização ambiental de forma lúdica e interativa, mostrando que educação e diversão podem caminhar juntas.

    As visitações têm duração aproximada de uma hora e meia. Durante esse período, os estudantes participam de uma experiência interativa conduzida por uma equipe multidisciplinar formada por educador ambiental, bióloga, médico veterinário e técnica veterinária.

    O engenheiro ambiental e diretor do Aquário Paraíba, Emmanuel Lopes, explica que o projeto contempla diferentes faixas etárias e é adaptado conforme a idade do público participante. Segundo ele, a proposta é promover consciência ambiental de maneira acessível, dinâmica e educativa. “Os temas apresentados durante as visitas abordam a responsabilidade da preservação ambiental, incluindo questões como a poluição causada por resíduos e outros agentes poluentes. O conteúdo das palestras e vídeos é adaptado de acordo com a faixa etária das crianças e adolescentes. A experiência começa no auditório e segue para a visita aos animais, onde apresentamos os biomas e os impactos causados pelo ser humano”, explica Emmanuel Lopes.

    Para agendar as visitas, escolas e demais interessados podem entrar em contato com o Aquário Paraíba pelo (83) 98620-1422, ou pelo Instagram @aquarioparaiba,  onde também são divulgadas informações sobre projetos, atividades e a programação educativa do espaço. Além disso, instituições de ensino contam com condições especiais para visitas agendadas.

  • Quando o guia educa, o destino respira melhor

    Quando o guia educa, o destino respira melhor

    Num mundo em que o turismo já responde por cerca de 8% das emissões globais de gases de efeito estufa, cada escolha de viagem deixa uma pegada maior do que parece. Transportes, hospedagem, alimentação e até as lembranças compradas em uma viagem entram nessa conta. Ao mesmo tempo, estudos apontam que milhões de espécies já sofrem pressão direta das atividades de turismo e recreação em áreas naturais, em especial nas zonas costeiras.

    Diante desse cenário, não basta vender um passeio bonito. É necessário orientar o turista sobre condutas ambientais. Isso deixou de ser um “diferencial” e se tornou uma responsabilidade ética de todo profissional do turismo, em especial, guias e condutores.

    O Ministério do Turismo define o turismo sustentável e responsável como aquele que atende às necessidades dos visitantes e das comunidades receptoras, ao mesmo tempo que preserva o patrimônio cultural, os ambientes naturais e a biodiversidade para as futuras gerações.

    O Sebrae fortalece essa ideia ao falar em turismo responsável como uma mudança de mentalidade. Não é só ter um hotel “verde” ou um atrativo com selo. É fazer com que turistas, empresários, comunidades e poder público assumam a responsabilidade pelos impactos sociais, culturais e ambientais da atividade. Na prática, isso só ganha força quando alguém traduz conceitos em atitudes simples e repetidas.

    É aqui que entra o papel do guia de turismo. Ele é a voz que conecta o discurso da sustentabilidade ao comportamento de quem está, literalmente, pisando no território. E é também aqui que entra a importância de capacitar esses profissionais para poderem atuar de forma plena e consciente. A We Guide, por exemplo, é uma plataforma que tem como propósito, por meio do seu Academy, capacitar guias e condutores de turismo em profissionais, preparados não apenas para conduzir roteiros, mas para aplicar os princípios de ESG (ambiental, social e de governança) em sua prática diária.

    O foco está em desenvolver competências que unam conhecimento técnico, sensibilidade humana e compromisso com a sustentabilidade, tornando cada guia um verdadeiro agente de transformação no turismo brasileiro.

    Pesquisas na área já apontaram que a educação ambiental é a base para um turismo responsável. Portanto, ao sensibilizar visitantes e trabalhadores do setor sobre os impactos positivos e negativos da atividade, abre-se espaço para um comportamento mais consciente. Documentos do Ministério do Meio Ambiente sobre ecoturismo e condução ambiental confirmam essa perspectiva, mostrando que o condutor é peça-chave na mediação entre visitante e ambiente, explicando regras, limites, fragilidades e potencialidades dos atrativos.

    Quando o guia interrompe a trilha para mostrar um ninho, explicar o ciclo de uma nascente ou pedir que o grupo fale mais baixo para não estressar a fauna, ele não está “atrasando o passeio”. Está ensinando um novo modo de estar e de se comportar naquele ambiente, ainda que por algumas horas.

    Eu tenho cerca de 20 anos de experiência no turismo, fui agente de viagens, guia de turismo e vivi de perto a rotina de quem faz o turismo acontecer. E é justamente por isso que afirmo: essa dimensão educativa não é um detalhe, é a base de tudo. Quando falta orientação, o impacto aparece rápido, seja com lixo espalhado, trilhas degradadas, desperdício de água e energia, natureza em desequilíbrio e, principalmente, com a perda da autenticidade cultural, que é justamente o que torna o destino diferenciado e encantador. Educar o turista é cuidar do lugar. É garantir que o turismo continue sendo uma força positiva, que gera pertencimento, sustento e orgulho para quem vive dele e para quem o visita.

    Nos últimos anos, campanhas da ONU e do MTur vêm mostrando caminhos concretos para um turismo mais responsável. A mensagem é simples, e diz que, cada viajante precisa entender que o lixo que ele gera é sua responsabilidade, e que estar na natureza é observar, não interferir. Que cuidar da água e da energia também faz parte da experiência. Afinal, cada gesto conta para preservar. Que valorizar o comércio local, respeitar as comunidades e seguir as regras dos parques e atrativos são atitudes que garantem um turismo mais consciente, sustentável e significativo.

    Alguns destinos já produzem manuais específicos do “turista consciente”, com orientações claras sobre usos de praias, áreas urbanas, unidades de conservação e patrimônio histórico. Esses materiais funcionam como base, mas é o guia quem traduz esse conteúdo para a realidade do grupo, considerando idade, interesses, limitações físicas e até o clima do dia. Essas recomendações também podem estar em placas, sites e cartilhas, mas o que faz diferença é alguém olhar no olho do turista e explicar o sentido de cada uma delas.

    Na minha opinião, o guia que assume a pauta ambiental como eixo do seu trabalho melhora a qualidade da experiência do turista, protege o próprio trabalho, fortalece a imagem do trade local e contribui diretamente para as metas globais de sustentabilidade, alinhando o turismo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente os relacionados ao consumo responsável e à vida terrestre e marinha.

    A boa notícia é que a mudança começa em gestos simples, como incluir ações ambientais em todos os roteiros e transformar cada trilha, atividade, city tour ou visita guiada em uma oportunidade de educação ambiental. Quando o turista entende que pisar em uma trilha, entrar no mar ou visitar um centro histórico é um privilégio, e não um direito ilimitado, algo muda. Ele passa a se perceber como parte da solução, não apenas do problema. Eu costumo dizer que essa é a verdadeira importância de orientar o turista sobre condutas ambientais e responsáveis, pois é assim que formamos viajantes conscientes, capazes de manter vivos os destinos que amamos.

    Ana Macêdo

  • Turismo sustentável: Descubra as 40 espécies mais emblemáticas de aves de Fernando de Noronha

    Turismo sustentável: Descubra as 40 espécies mais emblemáticas de aves de Fernando de Noronha

    Projeto Aves de Noronha, apoiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, oferece o “Guia de Aves Fernando de Noronha” e quatro rotas turísticas de observação de aves, em uma parceria com empresas de turismo e guias locais

    Estar em Fernando de Noronha (PE) já é um privilégio, mas conhecer as particularidades de sua fauna é ainda mais empolgante. É com essa proposta que o projeto Aves de Noronha criou o “Guia de Aves Fernando de Noronha”. Bilíngue (português e inglês), em formato de bolso, compila, de forma simples e acessível, as 40 espécies mais emblemáticas que habitam a ilha. A publicação divide a lista de espécies entre residentes, migratórias e exóticas. Além das belas imagens, contêm símbolos que representam o status de conservação, o habitat e os principais itens da dieta das aves catalogadas.

    O projeto é realizado pelos pesquisadores Cecília Licarião, Larissa Amaral, Geisiane Sobral e Heideger Nascimento, com o apoio da Fundação Grupo Boticário e da Log Nature. “Trata-se de um material com linguagem acessível, uma vez que a nossa intenção é atrair o olhar das pessoas para essa atmosfera, para a biodiversidade das aves”, explica Cecília Licarião, diretora do projeto Aves de Noronha e uma das autoras do Guia.

    A publicação pode ser adquirida nas lojas dos Postos de Informação e Controle (PICs) nas entradas de acesso ao Parque Nacional e pelo site A Loja dos Passarinhos, parceira do projeto. O grupo Atlantis, também parceiro do Aves de Noronha, foi responsável pela produção da publicação.

    As espécies raras da ilha

    O Arquipélago de Fernando de Noronha abriga a maior diversidade de aves marinhas do país. Ao todo, são quase 90 espécies de aves registradas que usam a ilha para descanso, alimentação e reprodução, das quais 20 são residentes, ou seja, moram em Noronha e podem ser observadas durante todo o ano. Seis espécies, porém, correm perigo de desaparecer e duas delas, o sebito-de-noronha e a cocoruta, só existem em Fernando de Noronha.

    O sebito-de-noronha ou juruviara-de-noronha é o nome desse pássaro que habita florestas, jardins e áreas arborizadas, com preferência pelas copas dos mulungus. Alimenta-se de insetos e artrópodes, como pequenas aranhas. As aves têm cerca de 15 centímetros de comprimento, pesam, em média, 10 gramas, e possuem coloração verde-acinzentada nas partes superiores e marrom-claro e creme no ventre. A fêmea coloca cerca de dois ovos, que são chocados durante 12 ou 13 dias. Seu ninho, em formato de tigela funda, é feito de materiais vegetais e teias de aranha, costurados em galhos fininhos, parecendo uma taça de vinho pendurado. O pássaro sofre ameaça pela degradação de seu habitat, principalmente pela introdução de espécies exóticas, como gatos e ratos.

    A cocoruta é um pássaro de 17 centímetros de comprimento, com pescoço branco e laterais e peito em tom acinzentado. A barriga é de coloração amarelada. Alimenta-se de insetos e frutos e, segundo os pesquisadores, uma cocoruta pesa, em média, 20 gramas. É encontrada em matas secas e áreas antrópicas do arquipélago de Fernando de Noronha. Também encontra-se ameaçada de extinção pelos mesmos motivos que o sebito-de-noronha.

    Roteiros

    Além do livro, que desperta curiosidade sobre a biodiversidade das espécies, o Aves de Noronha também oferece quatro rotas turísticas de observação de aves, apresentadas em dois pacotes: individual ou em grupo. Eles incluem opções de três ou seis noites de hospedagem, não abrangendo alimentação e transporte aéreo. No entanto, o projeto fornece indicações de agências especializadas para auxiliar no transporte aéreo, caso necessário. Os visitantes têm a liberdade de escolher a rota de acordo com a época do ano (chuvosa ou seca) e os seus interesses pessoais.

    “Esses produtos ajudam a levantar fundos para manter o projeto. Obrigatoriamente, envolvemos os guias locais nessa iniciativa, pois entendemos que o dinheiro gerado pelas vendas deve circular na economia da região”, explica Cecília Licarião. “O Brasil é um dos países com mais endemismo e as pessoas vêm de fora, justamente, para ‘completar o seu álbum de figurinhas’ vendo espécies que só podem ser encontradas aqui. Daí, o grande potencial desse tipo de turismo”, conclui.

    As informações sobre as rotas de observação de aves e o valor dos pacotes estão disponíveis no site

    Impacto socioambiental positivo

    O Aves de Noronha foi um dos projetos selecionados pelo Camp Oceano, iniciativa realizada em 2021 pela Fundação Grupo Boticário para o desenvolvimento de soluções para a conservação da biodiversidade costeiro-marinha brasileira. Estabelecido por meio de cocriação, com capacitações e mentorias para aprimorar as ações, o projeto foi um dos 19 selecionados em todo o país para receber apoio técnico e financeiro.

    “O Aves de Noronha demonstra grande potencial para gerar impactos positivos e duradouros para a conservação da natureza, unindo o turismo, a ciência, a educação, o desenvolvimento econômico e a integração com a comunidade”, avalia Omar Rodrigues, gerente sênior de Engajamento e Relacionamento Institucional da Fundação Grupo Boticário.

    Sobre a Fundação Grupo Boticário

    Com 33 anos de história, a Fundação Grupo Boticário é uma das principais fundações empresariais do Brasil que atuam para proteger a natureza brasileira. A instituição atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e em políticas públicas e apoia ações que aproximem diferentes atores e mecanismos em busca de soluções para os principais desafios ambientais, sociais e econômicos. Já apoiou cerca de 1.600 iniciativas em todos os biomas no país. Protege duas áreas de Mata Atlântica e Cerrado – os biomas mais ameaçados do Brasil –, somando 11 mil hectares, o equivalente a 70 Parques do Ibirapuera. Com mais de 1,2 milhão de seguidores nas redes sociais, busca também aproximar a natureza do cotidiano das pessoas. A Fundação é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial.

    Sites: www.fundacaogrupoboticario.org.br | www.grupoboticario.com.br |

    Redes sociais:@fundacaogrupoboticario

    Assessoria

  • Oito cidades brasileiras têm reconhecimento por práticas de turismo sustentáveis

    Oito cidades brasileiras têm reconhecimento por práticas de turismo sustentáveis

    Receberam destaque na nova edição da lista “TOP 100 Good Practice Stories” as cidades de Navegantes, Bombinhas, Urubici, Bom Jardim da Serra e Itá, em Santa Catarina e Tibau do Sul, São Miguel do Gostoso e Apodi, no Rio Grande do Norte

    Brasil conquistou mais um reconhecimento internacional por implantar práticas sustentáveis no turismo. Oito cidades brasileiras estão na prestigiada lista “TOP 100 Good Practice Stories”, promovida pela Green Destinations, uma organização holandesa que destaca e premia 100 histórias de sucesso que inspiram líderes do turismo responsável em todo o mundo. A maior parte dos municípios estão no estado de Santa Catarina.

    Divulgada durante Conferência Anual da Green Destinarions na Estônia, o ranking destacou localidades em todo o mundo, como: Japão, Índia, Estados Unidos, Peru, Portugal e Brasil. As histórias escolhidas contam iniciativas e projetos inovadores e eficazes de destinos que trabalham para um desenvolvimento mais sustentável a nível global.

    Estão no ranking as cidades catarinenses de Urubici e Bom Jardim da Serra, localizadas na região serrana; Bombinhas e Navegantes, no litoral norte e Itá, que fica no oeste do estado. No Rio Grande do Norte, o destaque ficou por conta das localidades litorâneas Tibau do Sul, São Miguel do Gostoso e Apodi.

    NAVEGANTES (SC) – Localizado na região litorânea de Santa Catarina, Navegantes foi premiada com o projeto Restinga Preservada, Nossa Orla Protegida, que promove a recuperação da vegetação na orla, com foco em educação ambiental e sustentabilidade. A cidade possui uma longa área de preservação da vegetação, permitindo que a região urbana central coexista com o litoral de forma sustentável.

    BOMBINHAS (SC) – Considerada um dos melhores locais do litoral catarinense para a prática de mergulho, Bombinhas recebeu reconhecimento pelo programa “Escola do Mar” que oferece conhecimentos de letramento oceânico, patrimônios culturais, sustentabilidade e empreendedorismo a estudantes. As praias do litoral de bombinhas também são reconhecidas pelo Certificado Bandeira Azul, que possui o compromisso de cuidar do meio ambiente e promover a proteção das praias brasileiras.

    URUBICI (SC) – Diretamente da Serra Catarinense, Urubici se destacou pelo avanço sustentável nos últimos anos. A cidade possui uma natureza de tirar o folego, onde 90% dos atrativos locais são direcionados para a prática em meio a natureza, como o turismo contemplativo, cenográfico, ecoturismo e de aventura.

    Com a procura pelo turismo na região serrana, a cidade promoveu a criação de novas diretrizes para o desenvolvimento da atividade turística de forma sustentável. O projeto de Gestão Sustentável do Turismo recebeu a premiação pelo seu compromisso com o meio ambiente.

    BOM JARDIM DA SERRA (SC) – Composto 100% pelo bioma da Mata Atlântica, Bom Jardim da Serra (SC) se destacou ao valorizar o turismo e compartilhar informações sobre seus atrativos turísticos e história. O turismo da região começou a se desenvolver com a Fazenda Santa Rita e o Serra do Rio do Rastro Ecoresort, criados nos anos 80 e 90. Os hotéis da serra impulsionaram uma nova atividade economia, desenvolvendo o setor de uma forma sustentável e auxiliando a comunidade no impacto econômico.

    ITÁ (SC) – Presente na renomada lista há três anos, o município de Itá recebeu reconhecimento pelo projeto: Selo Verde. A cidade tem desenvolvido a sustentabilidade por meio do turismo e com o programa conseguiu promover a certificação coletiva e gratuita da população que destaca práticas sustentáveis de empresas e organizações locais, destacando a visibilidade dessas iniciativas.

    TIBAU DO SUL (RN) – Lugar onde a paz, a natureza e a tranquilidade reinam. Trata-se de Tibau do Sul, cidade no Rio Grande do Sul que também se destacou, demonstrando práticas inovadoras e sustentáveis em seu setor turístico.

    Os extrativistas de Cabeceiras, anteriormente em situação financeira precária, praticavam pesca, agricultura e extração de ostras em seu ambiente natural. Contudo, a extração de ostras era conduzida sem considerações ambientais, priorizando a exploração. A criação da APROOSTRAS, fomenta o cultivo sustentável das ostras, preservação do meio ambiente e estabeleceu a rota das ostras como uma alternativa de produção associada ao turismo.

    SÃO MIGUEL DO GOSTOSO (RN) – Viajando para o nordeste, São Miguel do Gostoso conquistou seu espaço na lista pelas ações positivas no turismo responsável. A TRIIBO Agroforestry, fundada em 2018, oferece capacitação, educação ambiental e feiras agroecológicas que defendem a agricultura regenerativa e a produção de alimentos saudáveis. Esse projeto promove práticas sustentáveis que foram introduzidas no turismo na fazenda, proporcionando experiências de educação e gastronomia.

    APODI (RN) – Contribuindo para a diversidade das histórias brasileiras, o projeto de Turismo Pedagógico de Apodi desenvolve a consciência ambiental dos alunos com práticas pedagógicas relacionadas ao turismo, integrando esse tema nas escolas e cumprindo as diretrizes da Política Nacional de Educação Ambiental. Além disso, o projeto sensibiliza os residentes para se envolverem e se sentirem conectados aos atrativos turísticos da região.

    MTur