Categoria: Mundo

  • EUA reduzem risco de viagens para o Brasil de ‘muito alto’ para ‘alto’

    EUA reduzem risco de viagens para o Brasil de ‘muito alto’ para ‘alto’

    O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) diminuiu o nível de alerta para viagens ao Brasil do nível “muito alto” para o “alto”. Agora no nível 3, o CDC orienta que os viajantes certifiquem-se de estar totalmente vacinados. “Os viajantes não vacinados devem evitar viagens não essenciais para esses destinos”, aponta o órgão.

    No nível mais elevado de risco, as viagens, no geral, não são recomendadas. Por sua vez, o Brasil segue constando na lista de países cujos passageiros são impedidos de entrar nos EUA em viagens diretas partindo de seu espaço aéreo, exceto por alguns casos. O CDC também orientou os norte-americanos contra viagens para Afeganistão, Albânia, Sérvia, Belize e Lituânia, além de quatro outros destinos.

    O nível de orientações de viagem foi aumentado para nove destinos para o nível “muito alto”. O CDC afirmou que os norte-americanos devem evitar viajar para esses locais, que também incluem Granada, São Cristovão e Névis, Eslovênia e Ilhas Maurício. O CDC também elevou seu rating para Austrália, Romênia e Etiópia para alto.

    Por Pedro Menezes – Mercado & Eventos

    Imagem de Ronile por Pixabay

  • Maioria acredita no retorno integral de viagens e eventos já em 2022, diz pesquisa

    Maioria acredita no retorno integral de viagens e eventos já em 2022, diz pesquisa

    A Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev) divulgou os dados da 3ª pesquisa ‘Tomada de Informações do Impacto do Coronavírus’, realizada entre julho e agosto deste ano com fornecedores da área, gestores de eventos e gestores de viagens. A expectativa de 68% dos entrevistados é que a retomada das viagens de forma integral aconteça em 2022

    Os principais dados indicam que o retorno do setor começou a partir de julho deste ano, no entanto, muitos dos participantes afirmam que a retomada completa deve acontecer somente em 2022. A expectativa de 56% dos fornecedores é que os eventos retornem integralmente em 2022.

    Além disso, o impacto da pandemia foi significativo para 90% dos fornecedores de eventos e viagens corporativas. Desse total, 45% tiveram cancelamento completo dos eventos que seriam realizados e 30% postergaram as datas. A pesquisa também identificou que os efeitos da pandemia ocasionaram mudanças na política de viagens, além de tendências para os próximos meses, como a preferência por eventos ao ar livre.

    Com relação às viagens, 51% dos fornecedores que participaram da coleta indicam que mudaram a metodologia de trabalho exigindo pré-aprovação de um “C Level” para todas as viagens. E 30% dos participantes também afirmaram mudanças, com a exigência de aprovação da área de segurança, bem-estar ou medicina do trabalho.

    Do total de participantes, 30% tiveram cancelamentos das viagens dos clientes, mas, cerca de 55% já observam um aumento na demanda novamente. A pesquisa foi feita Do total de participantes, 30% tiveram cancelamentos das viagens dos clientes, mas, cerca de 55% já observam um aumento na demanda novamente. A pesquisa foi feita com 208 empresas, como aéreas, hotéis, resorts, agências de eventos e incentivos, destinos, empresas de transporte, tecnologia, áudio e vídeo.

    Tendência de eventos híbridos e preferência por locais abertos
    Cerca de 50 gestores de eventos, que trabalham em grandes corporações, também participaram do estudo promovido pela Alagev. Desses, 50% destacaram que precisaram cancelar todas as cerimônias por conta da pandemia e 32% cancelaram parcialmente. Do total de entrevistados, 73% acreditam que os eventos presenciais retomam apenas em 2022. A maioria também sugere que nos próximos 12 meses os eventos devem continuar no esquema híbrido.

    Cerca de 93% dos gestores de viagem visam buscar oportunidades em locais abertos e ventilados, incluindo ao ar livre, o que denota que os modelos de espaços tradicionais precisarão se reformular para atender a demanda. Nesse sentido, vale dizer que 90% dos participantes da pesquisa são a favor de testagem no público dos eventos.

    Diminuição de orçamento para viagens
    Com relação aos gestores de viagens, 71 participaram do estudo. Os principais indicadores da pesquisa mostram que 25% das empresas pretendem retomar as viagens corporativas a partir de outubro deste ano, 23% retornaram desde julho e 21% sinalizam que o retorno será apenas em 2022.

    Sobre o orçamento para a realização de viagens, 59% dos gestores alegam que a verba diminuiu comparada a 2019 e 92% acreditam que o volume de viagens corporativas em 2012 será 40% menor em relação a 2019, isso principalmente por conta do crescimento de negócios firmados de forma remota.

    Por Pedro Menezes – Mercado & Eventos
    Foto: Imagem de Free-Photos por Pixabay

  • Hotelaria tem de ser sustentável e inclusiva, dizem especialistas

    Hotelaria tem de ser sustentável e inclusiva, dizem especialistas

    Equidade de gênero, empregabilidade, tecnologia, reabertura de destinos, ESG… para além de todos estes conceitos atualmente populares, a hotelaria precisa ser mais sustentável e inclusiva urgentemente. Proprietários, gerentes, colaboradores, moradores e hóspedes devem ser educados constantemente para praticar ações cotidianas realmente condizentes com esse discurso.

    Durante a WTM Latin America, diferentes participantes dos painéis reforçaram também ser essencial investir continuamente em capacitação local para promover sustentabilidade real. Integrar hotel, população local e turistas é fundamental. Assim, parte significativa da renda permanece de fato no próprio destino da propriedade. A hotelaria precisa ser mais sustentável e inclusiva, fazendo a roda da sustentabilidade girar regenerativamente em seus negócios e destinos.

    Por Beatriz Contelli – Panrotas
    Imagem de Rodrigo Salomón Cañas por Pixabay

  • Uruguai reabrirá para brasileiros vacinados em novembro

    Uruguai reabrirá para brasileiros vacinados em novembro

    O Uruguai abrirá as fronteiras para brasileiros totalmente vacinados a partir de 1º de novembro. O anúncio foi feito pelo presidente do país, Luis Lacalle Pou. Ele prometeu que nos próximos dias serão divulgadas as regras, como comprovantes e possível exigência de testes e/ou quarentena.

    Segundo Pou, a decisão de abrir a estrangeiros imunizados é baseada em um contexto de avanço da situação sanitária do Uruguai em combate à pandemia.

    Já em 1º de setembro, o Uruguai reabrirá as fronteiras a estrangeiros que têm propriedades no país.

    A CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, o fármaco mais aplicado no Brasil, também é utilizado no Uruguai.

    Nos últimos sábado e domingo, o país não registrou uma morte sequer por covid-19.

    Por Rodrigo Vieira – Panrotas
    Imagem de hernansuarez28 por Pixabay

  • Estados Unidos se preparam para receber turistas 100% vacinados

    Estados Unidos se preparam para receber turistas 100% vacinados

    De acordo com informações da Reuters, já repercutidas por veículos de comunicação ao redor do mundo, os Estados Unidos estudam um plano para a reabertura das fronteiras para turistas, que seria feita em fases, e que exigiria certificado de vacinação completa contra covid-19 dos visitantes do Exterior. Não é uma decisão para já, pois o país não estaria pronto para a medida, mas que já está sendo desenhada. Inclusive um sistema para suportar tal medida estaria sendo desenvolvido.

    A fonte da Casa Branca ouvida pela Reuters não divulgou datas e, portanto, ainda não há previsão sobre quando esta medida seria implementada ou detalhes sobre que vacinas seriam aceitas (os Estados Unidos administram os imunizantes da Janssen, Pfizer e Moderna. O país chegou a comprar uma quantidade grande da AstraZeneca, mas não usou).

    Hoje todos os visitantes autorizados no país precisam de um teste negativo de covid-19, realizado até três dias antes da viagem. As fronteiras terrestres do país continuam fechadas para viagens não essenciais e as aéreas estão abertas apenas para exceções como imprensa, estudantes e profissionais especificados em lei. Países como Canadá e Reino Unido já flexibilizaram a entrada de americanos, mas a recíproca ainda não ocorreu.

    “77 milhões de pessoas visitam os EUA anualmente. Para se ter uma ideia da importância desse segmento, em 2019 o Turismo gerou US$ 712 bilhões, enquanto em 2020, devido à pandemia, este número diminuiu para US$ 396,37 bilhões. Uma queda de 42,1%. E para que 2021 não feche novamente no prejuízo, é fundamental que o país reabra rapidamente suas fronteiras para o mundo”, explicou Rodrigo Costa, especialista em mercado de trabalho nos Estados Unidos, em nota enviada à imprensa pela AG Immigration repercutindo a notícia da Reuters.

    Segundo o escritório, aexpectativa era de reabertura total das fronteiras em outubro. No entanto, a decisão está sendo repensada por causa da explosão da variante delta no país.

    “Existem discussões cada vez mais acaloradas na sociedade americana sobre tomar ou não as vacinas. E mesmo que as autoridades consigam ser amparadas juridicamente para exigir comprovação de vacinação para estrangeiros nos aeroportos, a tendência é que a medida seja contestada e recebida com críticas por uma parcela considerável da população. Além disso, certamente nem todas as vacinas serão aceitas pelos EUA, o que pode gerar mal-estar e embates diplomáticos com outros países”, pontuou Rodrigo Costa, que também é CEO da AG Immigration.

    Por Artur Luiz Andrade – Panrotas
    Imagem de BarBus por Pixabay