Categoria: Destaques

  • Câmara de Turismo 4.0 mapeia soluções tecnológicas aplicáveis a Destinos Inteligentes

    Câmara de Turismo 4.0 mapeia soluções tecnológicas aplicáveis a Destinos Inteligentes

    Levantamento é feito por meio de um questionário online elaborado por um colegiado formado pelo MTur e o MCTI para fomentar a criação de locais do tipo no Brasil

    Mapear iniciativas tecnológicas nacionais que possam suprir futuras demandas de Destinos Turísticos Inteligentes (DTI) no Brasil e fomentar a atuação de startups. Este é o objetivo de um questionário online elaborado pela Câmara de Turismo 4.0, grupo formado após um acordo de cooperação entre os ministérios do Turismo e da Ciência, Tecnologia e Inovações e que definirá políticas públicas voltadas à digitalização e apoiará a criação de DTIs. (Acesse aqui o questionário).

    O levantamento, aberto a qualquer empresa de base tecnológica ainda na fase de desenvolvimento ou já em operação, pode ser respondido eletronicamente até 10 de maio deste ano. As soluções tecnológicas aplicadas devem atender às seguintes demandas: governança, sustentabilidade, acessibilidade, comercialização e marketing turístico, novas experiências do turista, informações turísticas e infraestrutura tecnológica dos destinos.

    O secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do MTur, William França, estimula a participação na pesquisa. “É de fundamental importância conhecermos as iniciativas inovadoras já existentes no país e, com isso, subsidiar os trabalhos que já estão em curso para o desenvolvimento de Destinos Turísticos Inteligentes no Brasil. Esta é uma ação que exige um esforço conjunto, com a participação ativa dos poderes público, privado e da sociedade”, argumenta.

    A Câmara de Turismo 4.0 é composta por três grupos de trabalho: de Desenvolvimento Profissional e Capital Humano, coordenado pelo MTur, que consolidará propostas de capacitação para a inovação; de Desenvolvimento de Destinos Turísticos Inteligentes, também a cargo do MTur, voltado ao fomento de instrumentos de transformação digital; e de Soluções e Tecnologias Digitais para Destinos Turísticos Inteligentes, sob a liderança do MCTI.

    No início de 2021, a fim de promover o desenvolvimento de DTIs no Brasil, o Ministério do Turismo firmou uma parceria junto ao instituto argentino Ciudades del Futuro (ICF) e a Sociedade Mercantil Estatal para a Gestão da Inovação e as Tecnologias Turísticas (SEGITTUR), da Espanha. As instituições são pioneiras na área, e a proposta é que a metodologia da SEGITTUR seja adaptada à realidade brasileira pelo ICF e implementada em projetos-pilotos.

    PILOTOS – No último dia 22, por videoconferência, o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, convidou representantes das primeiras nove cidades, de um total de 10, que vão integrar o projeto-piloto de DTIs no Brasil. A lista inclui duas capitais de cada região do país: Rio Branco e Palmas (Norte); Recife e Salvador (Nordeste); Campo Grande e Brasília (Centro-Oeste); Florianópolis e Curitiba (Sul) e Rio de Janeiro (Sudeste). A 10ª localidade será anunciada em breve.

    Por André Martins
    Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
    Foto: Banco de Imagens/Casa Civil

  • Setur estuda instalar CAT no Centro Histórico de João Pessoa e investir na Romaria da Penha e Festa das Neves

    Setur estuda instalar CAT no Centro Histórico de João Pessoa e investir na Romaria da Penha e Festa das Neves

    A Secretaria de Turismo (Setur) deu mais um passo para fomentar o turismo religioso no Centro Histórico de João Pessoa. Na quinta-feira (22), o secretário Daniel Rodrigues visitou o completo do Centro Cultural São Francisco e afirmou que estuda dotar aquela área de infraestrutura para atender os turistas de uma forma mais qualificada e profissional, oferecendo serviços de alimentação e venda de lembrancinhas. A Setur também estuda a instalação de um Centro de Apoio ao Turismo, para ampliar o leque de informações sobre todo o complexo religioso.

    Durante a visita, o secretário esteve acompanhado do administrador do Centro Cultural, Marcondes Meneses, que integra um grupo de estudo para criação do novo roteiro turístico e que passou uma série de informações e curiosidades sobre o equipamento. Na oportunidade, Daniel Rodrigues afirmou que a Secretaria pretende investir no marketing das duas principais festas religiosas de João Pessoa: a festa de Nossa Senhora das Neves – padroeira da Capital paraibana – e a Romaria da Penha, eventos que reúnem milhares de pessoas todos os anos.

    De comum acordo com todos os representantes do grupo de estudo, o secretário disse que é preciso investir nas duas festas, fortalecendo o viés religioso para atrair as pessoas que manifestam a fé e que costumam viajar para participar das celebrações pelo país afora. No final de semana da Romaria da Penha, a rede hoteleira pessoense registra uma média de 50% de ocupação e a ideia é ampliar para 80%, no mínimo, segundo Daniel Rodrigues.

    Além da Setur-JP e Arquidiocese, o grupo de estudo é formado por representantes de instituições como Instituto do Patrimônio Histórico (Iphan); Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep); Secretaria de Patrimônio da União e a Copac.

    O Centro Cultural São Francisco funciona em um complexo arquitetônico formado pela Igreja e Convento Santo Antônio, Capela da Ordem Terceira de São Francisco, a Capela de São Benedito, a Casa de Oração dos Terceiros, o Claustro da Ordem Terceira, uma fonte e um grande adro com um cruzeiro.

    Secom João Pessoa
    Foto: Pedro Ivo

  • Alemanha permanecerá em lockdown até junho

    Alemanha permanecerá em lockdown até junho

    O governo deve ser capaz de criar “passos de abertura claros e corajosos” para o verão europeu até o final de maio

    Com o aumento da taxa de infecção de Covid-19 na Alemanha neste fim de semana, mesmo com as restrições mais rígidas, o ministro das Finanças, Olaf Scholz, disse que não há previsão para flexibilizar as restrições pelo menos antes do final de maio. Segundo o executivo, O governo deve ser capaz de criar “passos de abertura claros e corajosos” para o verão europeu até o final de maio, permitindo que os restaurantes ajustem planos de reabertura e cidadãos planejem as férias.

    “Precisamos de um cronograma para voltar à vida normal, mas deve ser um plano que não seja ser revogado depois de alguns dias”, disse Scholz ao jornal Bild am Sonntag, que destacou ainda que as etapas também vão esclarecer quando o retorno do público aos shows, teatros e estádios de futebol serão possíveis.

    A chanceler Angela Merkel, por sua vez, pediu aos alemães que cumpram as regras mais duras impostas em áreas com altas taxas de infecção, Isto porque, a Alemanha está lutando para conter as infecções ainda maiores por conta da variante B117, mais contagiosa e que surgiu pela primeira vez na Grã-Bretanha. A média de casos no país em sete dias por 100 mil pessoas aumentou para 166 no fim de semana.

    Fonte: Reuters

  • Caixa e Ministério do Turismo disponibilizam R$ 1,2 bilhão para o setor do turismo

    Caixa e Ministério do Turismo disponibilizam R$ 1,2 bilhão para o setor do turismo

    Disponibilidade da linha de crédito será ampliada para empresas com faturamento inferior a R$ 4,8 milhões

    A CAIXA e o Ministério do Turismo disponibilizaram R$ 1,2 bilhão via Fundo Geral de Turismo (Fungetur) para contratação por empresas do setor. A principal novidade é a ampliação do público-alvo da linha de crédito, que agora abrange empresas com faturamento anual inferior a R$ 4,8 milhões. As vantagens desta linha de capital de giro incluem prazo de financiamento de até 60 meses, sendo até 12 meses de carência e taxas de juros de 5% a.a ou 0,41% a.m. mais SELIC.

    A linha de crédito é exclusiva para o setor do turismo, um dos mais afetados pela pandemia do novo Coronavírus. Além do recurso aportado pelo Ministério do Turismo via Fundo Geral de Turismo (FUNGETUR), outra grande novidade é a flexibilização das garantias apresentadas.

    Para o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, o apoio do governo federal e da CAIXA a setores estratégicos como o do turismo são fundamentais para a sustentabilidade dessas empresas. “A CAIXA, principal parceira do turismo e das micro e pequenas empresas, acredita na importância do setor para retomar e impulsionar a economia, e a parceria com o Ministério do Turismo nos permite apoiar e fortalecer os empresários do ramo, um dos mais afetados pela crise atual”, disse.

    Exigência:

    Para ter acesso às condições especiais da linha de crédito, as empresas devem ter mais de 12 meses de constituição e possuir o certificado do CADASTUR, que pode ser obtido por meio do endereço https://cadastur.turismo.gov.br.

    Além de ser uma importante fonte de consulta para os turistas, o cadastro no CADASTUR garante diversas vantagens e oportunidades aos seus cadastrados:

    Acesso a financiamento por meio de bancos oficiais;
    Apoio em eventos, feiras e ações do Ministério do Turismo;
    Incentivo à participação em programas e projetos do governo federal;
    Visibilidade nos sites do Cadastur e do Programa Viaje Legal.
    Participação em programas de qualificação promovidos e apoiados pelo Ministério do Turismo;
    Com o certificado, os interessados poderão procurar uma agência bancária ou manifestar interesse através da página CAIXA Com Sua Empresa, no endereço https://www.caixa.gov.br/caixacomsuaempresa.

    Assessoria
    Imagem de Joel santana Joelfotos por Pixabay

  • Audiência Pública debate impactos da pandemia na aviação

    Audiência Pública debate impactos da pandemia na aviação

    Na manhã de hoje (23), foi realizada uma Audiência Pública com o tema Impactos da Pandemia no Transporte Aéreo, na Câmara dos Deputados (Anexo II, Plenário 11), em Brasília. Convocada pela Comissão de Viação e Transporte, a reunião extraordinária teve o objetivo de ajudar os deputados a conhecer melhor os impactos da pandemia no setor aéreo.

    Entidades representando as companhias aéreas, os aeroportos, as empresas de ground handling apresentaram um retrato da evolução da crise e todos os aspectos que precisam ser trabalhados para permitir a retomada, entre eles o enfrentamento de problemas como o fato de o País ter um dos combustíveis mais caros do planeta, a insegurança jurídica e os entraves para o crescimento do setor. O segmento de ground handling defendeu um formato específico para o setor aéreo acerca da garantia para o acesso ao crédito, quer seja através do Fundo Garantidor de Investimento, quer seja por meio do FNAC (fundo nacional de aviação civil), uma vez que as empresas não puderam utilizar até agora.

    O diretor da Iata no Brasil, Dany Lima de Oliveira, mostrou o retrocesso que a pandemia está representando para a aviação mundial. “Basta olhar que em 2019, foram transportados em todo o mundo 4,5 bilhões de pessoas e no ano passado caímos para 1,8 bilhão, foi como andar para trás 20 anos”, disse Dany. Já Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, apresentou um mapa de tudo que precisa ser feito para permitir a retomada do setor, destacando a questão do combustível entre os mais caros do mundo, representando 28,9% do custo das companhias aéreas.

    Para o presidente da Abesata, Ricardo Miguel, o setor de ground handling é um dos mais fragilizados pela pandemia não apenas porque é intensivo de mão de obra, mas principalmente pelo fato de que as empresas não conseguiram acesso ao crédito. “Mexer nas regras do fundo garantidor para que todas possam ter acesso ao socorro é um dever de honra de todos nós aqui reunidos”, afirmou. O executivo explica que na prática os bancos não querem emprestar dinheiro para as empresas de serviços em solo porque o setor de aviação tem sido um dos mais atingidos pela crise, e não querem arcar com nenhum risco. Miguel também pontuou que o segmento está na expectativa da publicação do Benefício Emergencial que permite redução de jornadas e salários.

    Ronei Glanzmann, secretário Nacional da Aviação Civil (SAC), disse que tudo que pode ser feito em termos de regulação para ajudar o setor foi feito e que só a vacinação vai permitir a retomada da aviação. Todos os participantes destacaram o papel relevante do transporte aéreo na pandemia, fazendo os insumos chegarem aos destinos em um primeiro momento e agora as vacinas.

    Participaram da audiência pública o presidente da Anac, Juliano Noman; Ronei Saggioro Glanzmann, Secretário Nacional da Aviação Civil (SAC); Eduardo Sanovicz, Presidente da Abear; Dany de Oliveira, Diretor da Iata no Brasil; Ricardo Aparecido Miguel, Diretor-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo – Abesata; Dyogo Oliveira, Diretor-presidente da Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (ANEAA); Ondino Dutra, Presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas – SNA; além dos Deputados Federais Carlos Chiodini, Coronel Tadeu, Rodrigo Coelho, Alencar Braga e Rosana Valle.

    Victor Fernandes – Panrotas
    Imagem de Holger Detje por Pixabay