Autor: redação

  • Aquário Paraíba celebra 10 anos como centro de educação ambiental e preservação marinha no NE

    Aquário Paraíba celebra 10 anos como centro de educação ambiental e preservação marinha no NE

    Único aquário temático da Paraíba, complexo comemora uma década de atuação no dia 21 de janeiro e integra ciência, lazer e consciência socioambiental

    No dia 21 de janeiro, o Aquário Paraíba celebra 10 anos de atuação como um dos mais relevantes espaços de educação ambiental e lazer da Paraíba. Ao longo dessa trajetória, o complexo consolidou seu papel na difusão do conhecimento sobre a vida marinha, ao aproximar o público da riqueza dos ecossistemas aquáticos e despertar um olhar mais atento para a preservação da natureza. O local também abriga o Espaço das Aves, que amplia o percurso educativo e fortalece a conexão dos visitantes com a biodiversidade.

    A história do Aquário Paraíba nasce de um sonho antigo. Idealizado a partir de uma paixão de infância, o projeto ganhou forma pelas mãos de seu diretor, Emmanuel Lopes, movido pelo fascínio pela vida aquática e pelo desejo de compartilhar conhecimento. “É um sonho de criança, realizado com muito esforço, fé e perseverança em Deus, com a missão de mostrar a quem nos visita como uma vida se conecta à outra em uma corrente que não pode ser quebrada”, afirma.

    Estrutura que surpreende pelo cuidado com a  fauna marinha 

    Atualmente, o Aquário Paraíba abriga cerca de 150 animais e reúne uma expressiva diversidade de organismos aquáticos, entre peixes, elasmobrânquios, crustáceos, moluscos, corais e espécies representativas dos biomas existentes no Estado. Um dos maiores destaques são os pinguins, que foram resgatados e cuidados pela equipe do local. Todos os ambientes foram concebidos para retratar esses ecossistemas de forma imersiva, conduzindo o visitante por uma jornada pela biodiversidade marinha local.

    O complexo também conta com um serpentário, um dos espaços mais instigantes da visitação. A área permite conhecer de perto serpentes e outros répteis, com informações educativas que desmistificam esses animais, abordam seu papel ecológico e contribuem para a conscientização sobre a importância da conservação da fauna silvestre.

    A experiência pode ocorrer de forma autoguiada ou por meio de uma trilha educativa e sensorial. Ao longo do percurso, o visitante transita por aquários sinalizados, espaços informativos e áreas interativas, onde o aprendizado surge de maneira acessível e envolvente. O trajeto inclui, ainda, a exposição de embarcações e apetrechos de pesca e mergulho, que conectam o público à cultura marítima da região, além de uma loja com souvenirs e lembranças temáticas. “Nosso papel vai além do turismo. Ele passa pela cultura e pela educação ambiental, com foco na preservação e na causa animal”, pontua Emmanuel, que também é engenheiro ambiental.

    Escolas, famílias, turistas e pesquisadores encontram no Aquário Paraíba um espaço de aprendizado, reflexão e encantamento, capaz de traduzir a complexidade dos ecossistemas marinhos e evidenciar o papel essencial desses organismos para o equilíbrio ambiental e para a vida humana.

    Guiado pelo lema “Promovendo a preservação do meio ambiente marinho”, o Aquário Paraíba tem como missão a conservação da natureza. O trabalho desenvolvido atrai, de forma especial, o público escolar, que mantém forte adesão às excursões realizadas ao longo do ano.

    Parceiros e projetos para o futuro 

    Para os próximos anos, os planos incluem a ampliação e a expansão da estrutura do complexo, com a chegada de novas espécies da fauna brasileira e o fortalecimento das ações de conservação. Entre os projetos prioritários está o CEREM – Centro de Reabilitação de Espécies Marinhas, com foco no atendimento e na recuperação de tartarugas marinhas.

    Ao longo dessa década, o Aquário Paraíba também ampliou sua atuação por meio de parcerias com instituições públicas, sociedade civil organizada e empresas privadas, viabilizando a capacitação de profissionais e o desenvolvimento de projetos voltados à educação ambiental e à sustentabilidade.

    O Aquário Paraíba funciona de terça a domingo, das 9h às 17h, na Rua das Lagostas, nº 140, Praia do Seixas, em João Pessoa. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria ou de forma antecipada pelo site oficial: https://ingressos.aquarioparaiba.com.br/ingressos.

  • Últimos dias: Público pode votar no nome do novo pinguim do Aquário Paraíba

    Últimos dias: Público pode votar no nome do novo pinguim do Aquário Paraíba

    Últimos dias: Público pode votar no nome do novo pinguim do Aquário Paraíba

    Campanha interativa entra na reta final e convida o público a participar da escolha do nome do pinguim resgatado no litoral de Alagoas

    O Aquário Paraíba entra na reta final da campanha interativa que convida o público a batizar seu mais novo morador. Faltam poucos dias para participar da votação que vai definir o nome do pinguim-de-magalhães resgatado no litoral de Alagoas e atualmente acolhido pela instituição em João Pessoa. A iniciativa segue aberta até o dia 20 de janeiro e pode ser acessada no instagram @aquarioparaiba.

    Recuperado após um cuidadoso processo de reabilitação, o pinguim simboliza o trabalho contínuo do Aquário Paraíba em prol da preservação da vida marinha. A campanha de nomeação reforça essa conexão ao permitir que o público acompanhe de perto a história do animal e participe ativamente desse novo capítulo, fortalecendo o vínculo entre visitantes e a rotina de cuidados desenvolvida pela equipe técnica.

    Além de ampliar o engajamento nas redes sociais, a ação também destaca o papel educativo do aquário, ao chamar atenção para a presença desses animais no litoral brasileiro durante os períodos de migração. Hoje totalmente adaptado, o novo integrante já divide o habitat controlado com outros três pinguins-de-magalhães, consolidando mais uma história de resgate bem-sucedido e conscientização ambiental.

    Vote diretamente no link: http://bit.ly/4sEsyR6.

  • Gelateria Nonino une verão de João Pessoa à tradição italiana

    Gelateria Nonino une verão de João Pessoa à tradição italiana

    Na orla de Cabo Branco, Gelateria Nonino transforma gelato artesanal em um ritual de sabor, afeto e sofisticação inspirado na cultura italiana

    Localizada na orla de Cabo Branco, a Gelateria Nonino consolidou-se como um dos endereços mais charmosos de João Pessoa para quem aprecia o verdadeiro gelato italiano. Em sintonia com o verão da capital paraibana, a casa se tornou ponto de encontro de moradores e turistas que buscam refresco, sabor e uma experiência gastronômica que remete diretamente à Itália, sem sair do Nordeste.

    Com raízes na tradição da família Nonino, de origem italiana, a gelateria aposta em produção artesanal e ingredientes naturais para entregar gelatos produzidos diariamente, seguindo técnicas clássicas da cucina italiana. O processo prioriza menor incorporação de ar e baixo teor de gordura, resultando em uma textura mais densa, cremosa e em sabores intensos, que valorizam as cores e características naturais de cada ingrediente. Os gelatos são servidos em cones de produção manual, um cuidado em cada detalhe.

    O rigor na escolha dos insumos e no processo produtivo é parte essencial do padrão de excelência que se tornou marca registrada da casa. Cada etapa é pensada para garantir qualidade, frescor e um sabor diferenciado, que conquista desde os paladares mais tradicionais até os mais curiosos.

    Cardápio especial de gelatos e sobets

    O cardápio reúne uma ampla variedade de sabores, transitando entre clássicos consagrados e criações autorais. Entre os destaques estão:

    Chocolate Belga
    Pistache Stracciatella
    Ferrero Rocher
    Doce de Leite Argentino
    Limão Siciliano
    Cocada
    Mascarpone com Goiabada
    Pipoca e Morango do Amor
    Unicórnio
    Red Velvet.
    Para quem busca alternativas mais leves, os sorbet, preparados sem lactose e com baixo teor de açúcar, aparecem nos sabores de morango, acerola e cajá. Entre os sabores mais pedidos estão Pipoca, Chocolate Belga, Pistache Stracciatella e Morango do Amor.

    A Gelateria Nonino está localizada na Av. Cabo Branco, 2.332 – Cabo Branco, João Pessoa – PB, ao lado do Nonino Gastronomia. Funciona diariamente, das 12h às 23h. Mais informações no @gelaterianonino.

  • “Trilheiras E Trilheiros Potiguares No Seridó E Santa Luzia De Antigamente” resgata a memória de três mulheres que marcaram a história do Brejo e do Sertão nordestino

    “Trilheiras E Trilheiros Potiguares No Seridó E Santa Luzia De Antigamente” resgata a memória de três mulheres que marcaram a história do Brejo e do Sertão nordestino

    A obra se consolida como um documento de valorização da memória, da importância do papel feminino e de reconhecer as raízes que sustentam a identidade cultural do Nordeste

    Trilheiras e Trilheiros Potiguares no Seridó e Santa Luzia de Antigamente tem autoria compartilhada por Sérgio Enilton da Silva, José André Silva e João Telésforo Nóbrega de Medeiros, pesquisadores e escritores comprometidos com a valorização das raízes nordestinas, suas histórias, oralidade, genealogia, cultura e pertencimento. A obra une, assim, três trajetórias autorais que dialogam entre si pela defesa da memória.

    Com o objetivo principal de resgatar a trajetória de três mulheres sesquicentenárias que foram fundamentais para a formação social e cultural de cidades da Paraíba e do Rio Grande do Norte, o livro também se propõe a tornar a história acessível ao grande público. Segundo o autor José André Silva, o maior desafio na escrita foi traduzir o rigor histórico para uma linguagem simples e envolvente. “O desafio é colocar no papel aquilo que você quer que as pessoas entendam, fazer com que o leitor se envolva e se sinta parte da história, como um verdadeiro personagem dela”, afirmou.

    Entre as personagens retratadas estão Teresa Maria da Conceição, matriarca de importantes famílias do Seridó; Rosalina Maria da Conceição, filha de senhor de engenho que rompeu padrões sociais ao fugir com um quilombola e se tornou parteira em Santa Luzia; e Aristana de Brito Guerra, primeira professora pública do ensino feminino da cidade, nomeada pelo governo, e protagonista de um episódio histórico envolvendo o cangaceiro Antônio Silvino.

    Para José André Silva, a obra vai além da pesquisa histórica e assume um caráter formativo e humanitário. “Muitas pessoas conhecem os avós, mas dos bisavós para trás não sabem nada. O livro levanta essa raiz genealógica e mostra como essas famílias se cruzam e se formam novamente ao longo do tempo. Eu o defino como um opúsculo humanitário”, revelou André.

    Inspirado nas narrativas de Ariano Suassuna, José André Silva conta que, ao escrever parte do livro, buscou unir história, lirismo e leveza. “Eu me inspiro em Ariano, na forma lúdica de contar a história, usando a sátira e o gracejo para que a leitura não seja apenas constatativa”, explicou.

    “A minha expectativa é que as pessoas voltem a amar a leitura e se interessem pela sua própria história, pelos seus antepassados, porque isso hoje está sendo desprezado”, declara. “Compreender o passado é uma forma de honrar o esforço de quem construiu as bases da sociedade atual”, concluiu.

    A obra passou por lançamentos em Acari (RN) e Santa Luzia (PB) e segue com agenda de apresentações em Campina Grande, Natal e Boa Vista (PB). Foi apresentada na Feira Internacional do Livro de João Pessoa, no estande da Academia Paraibana de Letras. Além disso, já foi apresentada em Campina Grande e tem lançamentos previstos na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal, bem como na Câmara Municipal de Boa Vista.

    Atualmente, o livro está sendo vendido diretamente pelos autores, por meio de contato telefônico, e possui pontos de venda na cidade de Santa Luzia. O valor é de R$ 50, com possibilidade de envio pelos Correios para outras cidades e estados.

    Sobre os autores

    Sérgio Enilton da Silva é ativista cultural, turístico e ambiental, natural de Currais Novos (RN). Atua há anos na preservação da história do Seridó, especialmente a partir de Acari (RN). Possui pós-graduação em Patrimônio Histórico-Cultural e Turismo pela UFRN, formação que o qualifica como estudioso e divulgador das raízes regionais. No livro, é responsável por descrever as conexões históricas entre as famílias Brito Guerra e Araújo Pereira do município de Acari, fortalecendo o elo entre genealogia e identidade territorial.

    José André Silva, autor entrevistado e um dos responsáveis centrais pela obra, ingressou no Ministério Público da Paraíba como Técnico de Promotoria em 1999. É ministro ordenado do Evangelho desde 1998 pela Igreja Presbiteriana do Brasil, onde exerce atividades pastorais regularmente. Foi presidente do Rotary Club de Lagoa Seca (PB). Seus textos no livro resgatam histórias da sua terra e de sua família, como a de sua bisavó Sinhá Rosalina, parteira sabugiense que atuou no início do século XX, filha de senhor de engenho que fugiu com um quilombola egresso de Palmares e fixou residência em Santa Luzia (PB).

    João Telésforo Nóbrega de Medeiros é seridoense, profundamente ligado à cultura e à história da sua região. Doutor pela Escola Politécnica da USP, traz em sua escrita o amor pela terra e o espírito das Trilhas Potiguares. No livro, presta homenagem a Aristana de Brito Guerra, sua tia-avó paterna, professora pública das meninas santa-luzienses entre 1892 e 1918, responsável por um episódio histórico marcante ao demover Antônio Silvino de assassinar seu pai, em 1912.

    Assessoria

    Serviço:
    Livro: Trilheiras e Trilheiros Potiguares no Seridó e Santa Luzia de Antigamente
    Autores: Sérgio Enilton da Silva, José André Silva e João Telésforo Nóbrega de Medeiros
    Valor: R$ 50 (Sem taxa de entrega)
    Envio: Correios para todo o Brasil
    Contato para compra: 83 98857-9841

  • NUI Handwritten Collection terá projeto arquitetônico voltado à relação entre cidade, natureza e experiência urbana

    NUI Handwritten Collection terá projeto arquitetônico voltado à relação entre cidade, natureza e experiência urbana

    João Pessoa receberá o NUI Handwritten Collection, primeiro hotel da marca Handwritten Collection no Brasil, integrante do portfólio premium da Accor. Em desenvolvimento na Tambaú, um dos bairros mais conhecidos e turísticos de João Pessoa, o empreendimento nasce a partir de uma proposta arquitetônica que busca estabelecer uma relação direta com o contexto urbano, cultural e ambiental da capital paraibana.

    Desenvolvido pela Construtora Joffer e assinado pela arquiteta Leila Azzouz, o projeto parte da compreensão de João Pessoa como uma experiência que vai além do destino turístico. “O ponto de partida foi entender a cidade como uma vivência sensorial. A arquitetura do NUI foi pensada para traduzir o ritmo local, mais leve e conectado à natureza, em espaços que carregam identidade, memória e relação com o lugar”, explica a arquiteta. 

    O projeto incorpora princípios de arquitetura biofílica, um movimento que prioriza conexões entre ambientes construídos e naturais, o que imprime  conforto, iluminação natural, texturas e materiais que remetem ao meio ambiente.  “A luz natural guiou a organização dos ambientes, as aberturas e os vazios, sempre com atenção ao conforto térmico. A natureza não aparece como cenário, mas como parte do funcionamento do edifício, por meio da ventilação cruzada, da integração visual com o exterior e do uso de materiais que dialogam com o natural”, detalha a arquiteta.

    A implantação e o desenho das fachadas também foram pensados a partir da orientação solar e dos ventos predominantes. As superfícies externas atuam como filtros, permitindo sombra, circulação de ar e vistas qualificadas, sem criar barreiras visuais ou térmicas. A paisagem litorânea é incorporada de forma controlada, valorizando o entorno sem competir com ele. “Utilizamos cores neutras, materiais naturais e texturas suaves para reforçar a atmosfera leve e acolhedora”, completa Leila.

    Nos espaços comuns, o projeto propõe ambientes que extrapolam a função operacional do hotel. Lobby, áreas de convivência e restaurante foram desenhados como extensões da vida cotidiana da cidade. “São espaços pensados para estimular encontros e permanência, com escala confortável e fluidez entre os ambientes. A intenção não foi criar cenários, mas lugares de uso real”, afirma Leila.

    O rooftop, um dos pontos centrais do projeto, foi tratado como área de pausa e contemplação. O NUI também conta com  piscina e vista para o mar, restaurante com curadoria gastronômica, além de áreas pensadas para bem-estar, terapias e experiências sensoriais. A arquitetura busca enquadrar a paisagem e o horizonte por meio de proporções, transparências e materiais que favorecem a conexão com o céu, o mar e a cidade, mantendo uma atmosfera de uso contínuo e não apenas contemplativo. “O projeto mostra que é possível crescer mantendo identidade e relação com o contexto. O legado está em reforçar que arquitetura enraizada no lugar, atenta às pessoas e ao ambiente, gera experiências mais consistentes e duradouras”, ressalta.

    Com 70 acomodações, o NUI Handwritten Collection será operado sob o sistema de franquia da Accor, com acesso à plataforma global de distribuição e ao programa de fidelidade ALL. A previsão de inauguração é entre 2028 e 2029. Para mais informações, o perfil é @nui_handwrittencollection e (83) 99303-4230