Especialista alerta sobre cuidados com inalação de fumaça para pacientes com covid-19

Gerlânia Simplício, pneumologista cooperada da Unimed João Pessoa, reforça importância dos cuidados durante e pós tratamento

O mês de junho carrega a tradição de acender fogueiras e soltar fogos para celebrar os festejos juninos, como Dia de Santo Antônio, São João e São Pedro. Este ano, com a pandemia do novo coronavírus, a prática foi proibida na Paraíba, de acordo com a lei estadual nº 1.871/2020, sancionada na última sexta-feira (19).

Para a pneumologista Gerlânia Simplício, médica cooperada da Unimed João Pessoa, a decisão foi fundamental para preservar a saúde das pessoas, principalmente quem está se recuperando da covid-19. “A fumaça de fogueiras, fogos e fogões, a lenha e a carvão, liberam substâncias tóxicas e pode piorar as crises de falta de ar, tosse e dispneia, agravando os sintomas predominantes nas pessoas que adquiriram o vírus e estão em processo de recuperação ou até mesmo quem já se recuperou”, explica.

Por esse motivo, a especialista destaca, ainda mais, a importância da prevenção e conscientização das pessoas. “Após a recuperação, há pacientes que permanecem com os sintomas. Muita tosse, expectoração ou secreção, falta de ar e sibilância, que é um assobio agudo durante a respiração, são sinais de pessoas curadas, mas que ficam com ‘sequelas’ do vírus”, diz. “Por isso, é fundamental obedecer aos decretos da lei e não acender fogueiras ou soltar fogos, pois, podem gerar crises fortes de falta de ar e tosse nessas pessoas”, ressalta Gerlânia.

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